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Um novo conceito em rádio!
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A inauguração da iluminação de natal de Londrina, que seria realizada nesta quinta-feira (10), foi adiada. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, a decisão foi tomada após vistoria do Corpo de Bombeiros que solicitou que sejam finalizados detalhes da decoração e também adaptações na passarela instalada sobre o Lago Igapó II.
Além do centro da cidade, outros 16 pontos, incluindo rotatórias, praças, avenidas e prédios públicos, vão receber a iluminação natalina.
Os ajustes indicados na vistoria serão encaminhados à empresa responsável pela estrutura, que deve fazer as adequações.
Ainda segundo a assessoria, um novo evento de inauguração deve ser realizado na próxima semana, em dia e horário a serem divulgados.
Créditos: Tem Londrina
A FEL (Fundação de Esportes de Londrina) pretende reabrir o ginásio de esportes Moringão em janeiro do ano que vem. O principal e maior ginásio de Londrina está fechado há mais de três anos, em razão de uma reforma que se arrasta desde agosto de 2019.
A troca da cobertura está na fase final, apesar da empresa responsável pela obra, a Salver Construtora e Incorporadora, de Santa Catarina, ter solicitado mais 30 dias de prazo para finalizar a reforma e mais R$ 50 mil de aditivo. "O último período de chuva atrasou um pouco o cronograma e, por isso, a empresa solicitou o aditivo. Mas estão nos ajustes finais e pensamos em uma reinauguração no mês de janeiro", frisou o presidente da FEL, Marcelo Oguido.
A troca do telhado por uma cobertura zipada começou em agosto de 2019, mas em dezembro daquele ano a prefeitura rompeu o contrato com a empresa vencedora da licitação, que não conseguiu realizar a reforma e só havia cumprido 18% do cronograma previsto no contrato.
A obra ficou parada por mais de um ano e duas licitações deram desertas, ou seja, não apareceram interessados. Em maio de 2021, a administração municipal abriu novo edital, com valor de R$ 7,2 milhões, mais de R$ 2 milhões acima do valor máximo estipulado no primeiro edital.
Créditos: Bonde / Folha de Londrina
Ex-ministra no segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Presidência da República, a assistente social londrinense Márcia Lopes, 65 anos será uma das coordenadoras da área de assistência social na equipe de transição do petista.
Seu nome foi confirmado nesta terça (8) pelo coordenador da transição, vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB). Além dela, a senadora e candidata à Presidência Simone Tebet (MDB), a economista Tereza Campelo e o deputado estadual André Quintão (PT-MG), também serão coordenadores da assistência social no governo de transição.
Formada em Serviço Social na UEL (Universidade Estadual de Londrina), onde também foi docente, Márcia Lopes foi ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome em 2010, último ano do segundo mandato do ex-presidente Lula. Antes, ela havia atuado como secretária executiva do ministério durante quatro anos.
Filiada ao PT há 40 anos, Lopes também foi vereadora em Londrina de 2001 a 2004 e candidata a prefeita da cidade pelo partido em 2012, quando ficou em terceiro lugar.
Governo de transição divide trabalho da equipe de Lula em 31 grupos
O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), assinou na tarde desta terça-feira (8) portaria que institui o gabinete de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O documento lista os 31 grupos técnicos (veja abaixo) que vão debater temas como agricultura, assistência social, cultura, economia, educação, saúde, entre outros:
Agricultura, pecuária e abastecimento;
Assistência social;
Centro de governo;
Cidades;
Ciência, tecnologia e inovação;
Comunicações;
Cultura;
Defesa;
Desenvolvimento agrário;
Desenvolvimento regional;
Direitos humanos;
Economia;
Educação;
Esporte;
Igualdade racial;
Indústria, comércio e serviços;
Infraestrutura;
Inteligência estratégica;
Justiça e segurança pública;
Meio ambiente;
Minas e energia;
Mulheres;
Pesca;
Planejamento, orçamento e gestão;
Povos originários;
Previdência social;
Relações exteriores;
Saúde;
Trabalho;
Transparência, integridade e controle;
Turismo
O vice-presidente eleito também confirmou os nomes dos quatro coordenadores gerais da transição. Ele próprio, como já havia sido divulgado, será o coordenador-geral do gabinete de transição.
Seu braço direito, o ex-deputado Floriano Pesaro será responsável pela coordenação executiva.
A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), vai ficar responsável pela coordenação de articulação política. Outro petista, o ex-ministro Aloizio Mercadante vai ficar responsável pela coordenação de grupos técnicos, responsável pela elaboração de programas.
A futura primeira-dama, Janja Silva, vai ficar responsável pela coordenação da organização da posse.
Além das quatro coordenações principais do gabinete de transição, cada grupo de trabalho pode ter até quatro coordenadores.
Simone Tebet (MDB-MS) é uma das coordenadoras do grupo técnico da assistência social. Além dela, vão liderar esse grupo Márcia Lopes, Tereza Campello e André Quintão.
Tebet terminou em terceiro lugar a disputa presidencial e se tornou peça fundamental para a campanha de Lula no segundo turno.
O vice eleito também confirmou os coordenadores do grupo técnico da economia: Persio Arida, André Lara Resende, Nelson Barbosa e Guilherme Mello.
Alckmin também divulgou na tarde desta terça os nomes que compõem o conselho político do governo de transição. São eles:
Antônio Brito (PSD)
Carlos Siqueira (PSB)
Daniel Tourinho (Agir)
Felipe Espirito Santo (PROS)
Gleisi Hoffmann (PT)
Guilherme Ítalo (Avante)
Jefferson Coriteac (Solidariedade)
José Luiz Penna (PV)
Juliano Medeiros (PSOL)
Luciana Santos (PC do B)
Wesley Diógenes (Rede)
Wolney Queiroz (PDT)
Alckmin repetiu que os nomes escolhidos para o governo de transição podem não ser nomeados para a gestão de Lula em 2023.
"O presidente Lula deixou claro que a transição, os que vão participar da transição, não têm relação direta com o ministério, com o governo. Podem participar, podem não participar, mas são questões bastante distintas. Esse é um trabalho de 50 dias", disse Alckmin à imprensa.
Ele também afirmou que os nomes dos coordenadores dos outros grupos técnicos serão divulgados nos próximos dias.
Alckmin também assinou nesta terça-feira uma portaria para solicitar ao TCU (Tribunal de Contas da União) o compartilhamento de todos os documentos referentes a tomadas de contas e outras apurações e ações de acompanhamento executados pela corte.
"Esse é um trabalho buscando informação, continuidade, não interrupção de serviços públicos, transparência, regido por lei e pautado no interesse público", afirmou Alckmin.
Créditos: Bonde / Folha de Londrina
A SMS (Secretaria Municipal de Saúde) divulgou ontem, o novo informe epidemiológico sobre a situação da varíola dos macacos (Monkeypox) em Londrina. Segundo o documento, um novo caso foi confirmado desde o boletim da semana anterior. Com isso, o município chega a 12 casos positivos da doença.
Ao todo, Londrina já registrou 88 notificações de varíola dos macacos. Deste total, além dos 12 confirmados, 57 já foram descartados após a realização do exame laboratorial negativo.
Cinco amostras analisadas apresentaram resultados inconclusivos e oito pessoas não realizaram a coleta do material para análise. Além disso, há seis casos suspeitos aguardando o resultado dos exames laboratoriais - e os pacientes permanecem em isolamento domiciliar.
A MONKEYPOX
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a varíola dos macacos é transmitida entre seres humanos por contato próximo com secreções infectadas. Estas podem ser oriundas tanto das vias respiratórias quanto de lesões da pele de um indivíduo infectado pelo vírus. Além disso, é possível se infectar após ter contato com objetos contaminados com fluidos.
Os sintomas iniciais da Monkeypox são, na maioria dos casos: dores de cabeça, febre, dores musculares, dores nas costas, gânglios inchados, calafrios e exaustão extrema. A OMS aponta, ainda, que, entre um a três dias dos primeiros sintomas, o paciente pode apresentar erupções na pele, em qualquer local do corpo.
Caso perceba algum sinal da doença, o indivíduo deve buscar atendimento imediato em uma UBS (Unidade Básica de Saúde) ou em um hospital privado.,
Quando necessário, o protocolo de tratamento será iniciado e o paciente será colocado em isolamento domiciliar, com liberação somente após o desaparecimento completo dos sintomas.
Créditos: Bonde / Folha de Londrina
O governo do Paraná anunciou, em outubro, que 27 colégios estaduais serão terceirizados para empresas do setor privado. Em Londrina, a proposta deve abranger quatro unidades: o colégio Rina Maria de Jesus Francovig, localizado no Campo Elíseos; o Roseli Piotto Roehrig (José Giordano); o Olympia Tormenta (João Paz); e o Lucia Barros Lisboa (Manoel Gonçalves, próximo ao Vivi Xavier).
De acordo com o edital, o governo propõe que empresas de educação que queiram concorrer à administração dos colégios comprovem que tenham mais de cinco mil alunos e nota média superior a 550 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Ganha a empresa que tiver a melhor nota.
O estado oferecerá R$ 800,00 por aluno matriculado para suprir gastos com luz, internet, telefone, água e salários de professores concursados. Os colégios estaduais do município de Londrina selecionados somam juntos 3.372 alunos matriculados, o que destinaria ao setor privado um montante equivalente a cerca de R$ 2,7 milhões por mês.
A APP (Associação dos Professores do Paraná) Sindicato já divulgou nota afirmando ser contra a medida "que exclui a comunidade das decisões escolares". Para eles, o "Parceiro da Escola" é "um projeto-piloto para o fim da escola pública".
Voz ativa na administração de um dos colégios de Londrina selecionados pelo governo para a aplicação do projeto, um professor que não quis se identificar afirma que a medida só traz malefícios à sociedade.
"Os estudantes não terão que pagar diretamente, mas o tributo público vai ser superfaturado. Um aluno que custa hoje R$ 400,00 vai para R$ 800,00, podendo chegar a R$ 1.000,00, e com a cabeça corrigida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) anualmente. É um contrato que você percebe a lavagem de dinheiro público", inicia.
Ele ainda conta que pedidos de reformas importantes nos colégios estão sendo facilitadas com a chegada do setor privado, em detrimento da antiga administração regional. "A calçada do entorno [do colégio], a gente já pede há 15 anos. A empresa assumiu, o governo já liberou o dinheiro. Só que o último orçamento da calçada era de R$ 400 mil e agora está em R$ 1,2 milhão. São coisas que não encaixam muito", relata. No edital, o governo explica que, caso a empresa contratada faça alguma obra de infraestrutura nos colégios, o valor de custo de cada aluno será dobrado, podendo chegar, assim, a R$ 1.600,00 por matriculado.
O professor ainda denuncia a maneira como tudo está sendo elaborado. "É um projeto de privatização sem licitação, o que é mais grave ainda. Ele [governador] fala que será feito por capacidade, por mérito, mas serviço público tem que ser licitado. Todo trâmite é passado por um processo licitatório", diz. O edital do "Parceiro da Escola", no entanto, fala que se trata de um "credenciamento de empresas de forma direta", fazendo com que haja uma "inexigibilidade de licitação".
O edital ainda defende que a medida está sendo tomada para corrigir problemas de gestão e de qualidade na educação, que, nas escolas selecionadas, está abaixo do esperado de acordo com o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Secretaria de Educação se defende
Procurada, a Seed (Secretaria de Educação do Paraná) explicou que "o valor de R$ 800 mensais por aluno foi calculado com base no orçamento e despesas da pasta". De acordo com o orçamento cedido, o estado gastou R$ 10,9 bilhões com os colégios em 2022. Subtraindo gastos que o governo continuará bancando, como convênios e obras, resta um subtotal de R$ 9,86 bilhões em verbas. Esse montante foi divido pelo total de alunos do Paraná, que é de 998.913, chegando, assim, ao valor anual de R$ 9.879,71 por aluno. Dividindo por 12 meses, sobram R$ 823,31, valor próximo ao prometido às empresas.
Sobre a acusação de excluir a comunidade escolar de participar do processo, a Seed afirma que "todos participarão do projeto, tanto antes de sua implementação (em consultas públicas para decidir se opta ou não pela efetivação da parceria) quanto após a implementação, uma vez que o diretor pedagógico será mantido e que a escola e a empresa parceira estarão disponíveis para diálogo com professores, estudantes e pais".
A assessoria de comunicação da Secretaria de Educação ainda ressalta que "o processo de seleção das empresas parceiras é um tipo de licitação — não por preço, uma vez que este já está definido, mas por critérios técnicos, como as notas obtidas no Enem e o número mínimo de cinco mil estudantes matriculados na rede".
Questionada sobre as acusações de obras facilitadas ao setor privado, a Seed diz que "ainda não houve repasse de verbas a nenhuma empresa parceira, visto que o período de credenciamento permanece aberto e a parceria só terá inicio em 2023. As liberações de obras em colégios da rede estadual independem desse projeto e seguem o calendário do Instituto Fundepar".
Créditos: Bonde / Folha de Londrina
Estudantes de todo o país começam a fazer, neste domingo (13), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. Para participar da prova é obrigatório levar um documento oficial de identificação, com foto e caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. É preciso estar atento ao que é permitido no local de prova para não correr o risco de ser eliminado do exame.
Nas duas últimas edições do Enem, por causa da pandemia de covid-19, o uso de máscara de proteção facial era obrigatório. Agora, o uso continua sendo permitido, mas deixa de ser obrigatório nos estados e municípios onde é liberado em locais fechados.
De acordo com o edital, para a identificação, os participantes devem apresentar documentos originais, com foto. Entre as identificações aceitas estão a Carteira de Identidade, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o passaporte e a Carteira de Trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. Nesta edição serão aceitos os documentos digitais e-Título, CNH digital e RG digital, desde que apresentados nos respectivos aplicativos oficiais.
A caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, é item obrigatório também para os candidatos do Enem digital, já que a redação será feita em papel e não no computador, como o restante da prova.
Lanche e água
Embora não seja obrigatório, é recomendado que os participantes levem lanche, água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato.
É recomendado ainda que se leve o Cartão de Confirmação da Inscrição. Nele está, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante.
Caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, também, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.
Itens proibidos
Os candidatos não podem portar, durante o exame, nenhum dispositivo eletrônico, como telefones celulares, smartphones, tablets, wearable tech, máquinas calculadoras, agendas eletrônicas e/ou similares, gravadores, pendrive, mp3 e/ou similares; alarmes, chaves com alarme ou com qualquer outro componente eletrônico.
Os celulares devem ser desligados, pois se o aparelho eletrônico, ainda que dentro do envelope porta-objetos, emitir qualquer tipo de som, como toque ou alarme, o participante será eliminado do exame.
Também não podem ter em mãos fones de ouvido e/ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. São ainda itens proibidos óculos escuros e artigos de chapelaria, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares; caneta de material não transparente, lápis, lapiseira, borrachas, réguas, corretivos, livros, manuais, impressos, anotações; protetor auricular, relógio de qualquer tipo.
Esses objetos, caso o estudante leve para o exame, devem ser colocados dentro do envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador, ao ingressar na sala de provas. A Declaração de Comparecimento também deve ser colocada dentro do envelope. O envelope deve ser lacrado e identificado, desde o ingresso na sala de provas até a saída definitiva do local. Caso o participante descumpra essas regras, poderá ser eliminado do exame.
Enem 2022
O Enem será aplicado nos dias 13 e 20 de novembro para cerca de 3,4 milhões de estudantes em todo o país. No primeiro dia, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo, matemática e ciências da natureza. Os locais de prova estão disponíveis no Cartão de Confirmação de Inscrição, na Página do Participante.
O exame seleciona estudantes para vagas do ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Quem está se preparando para o Enem pode acessar todas as provas e gabaritos de edições anteriores no site do Inep, para se preparar para as provas. Para testar os conhecimentos, os estudantes podem acessar gratuitamente o Questões Enem, um banco preparado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne questões de provas de anos anteriores. No sistema, é possível escolher as áreas do conhecimento que se quer estudar. O banco seleciona as questões de maneira aleatória.
Créditos: Tarobá Londrina
O técnico Tite divulgou, ontem na sede da CBF, no Rio de Janeiro, a lista de convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2022, que começa no próximo dia 20, no Catar. Ao todo, o treinador chamou 26 jogadores, um número maior que os habituais 23 devido ao contexto da pandemia da covid-19 e das cinco substituições autorizadas pela Fifa.
A estreia brasileira acontece no dia 24 de novembro, às 16h, em partida contra a Sérvia.
Veja a convocação do Brasil para a Copa de 2022:
Goleiros: Alisson (Liverpool-ING), Ederson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras)
Laterais-direitos: Daniel Alves (Pumas-MEX) e Danilo (Juventus-ITA)
Laterais-esquerdos: Alex Sandro (Juventus-ITA) e Alex Telles (Sevilla-ESP)
Zagueiros: Bremer (Juventus-ITA), Éder Militão (Real Madrid-ESP), Marquinhos (PSG-FRA) e Thiago Silva (Chelsea-ING)
Volantes: Bruno Guimarães (Newcastle-ING), Casemiro (Manchester United-ING), Fabinho (Liverpool-ING) e Fred (Manchester United-ING)
Meias: Everton Ribeiro (Flamengo) e Lucas Paquetá (West Ham-ING)
Atacantes: Antony (Manchester United-ING), Gabriel Jesus (Arsenal-ING), Gabriel Martinelli (Arsenal-ING), Neymar (PSG-FRA), Pedro (Flamengo), Raphinha (Barcelona-ESP), Richarlison (Tottenham-ING), Rodrygo (Real Madrid-ESP) e Vini Jr (Real Madrid-ESP)
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina informou que o município não registrou novas mortes causadas pelo coronavírus na primeira semana de novembro. Com isso, a cidade completa três semanas sem vítimas.
Outubro foi o mês com a menor quantidade de mortes (3) e casos confirmados (247).
De acordo com o último boletim, divulgado na sexta-feira (4), foram confirmados 76 novos casos na semana — média de 10 positivados por dia. Desde o início da pandemia, 2.617 londrinenses perderam a vida e 149.121 foram contaminados.
Créditos: Tem Londrina
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) iniciou ontem a fiscalização por radares em 14 novos pontos do trânsito londrinense. A ação ocorre precedida de uma pesquisa, iniciada em meados de setembro, sobre o excesso de velocidade e o desrespeito às normas de circulação em determinadas áreas da cidade.
O estudo, que tinha o objetivo de mapear o comportamento dos motoristas nas vias inspecionadas, teve como critérios utilizados o alto fluxo de veículos e pedestres, a dinâmica do trânsito em cada local, as solicitações da população e os conceitos do programa Visão Zero. Este programa entende a vida como prioridade e retira os veículos do centro dos debates sobre trânsito, colocando o pedestre como protagonista e dando atenção à prevenção de atropelamentos e acidentes.
Durante o período avaliado pela CMTU, o abuso de velocidade e o desrespeito às sinalizações e normas foram verificados em todos os 14 lugares aferidos, o que coloca em risco a vida de pedestres, ciclistas e outros condutores. O diretor de Trânsito da CMTU, major Mário Celso Andrade, classificou a medida como de extrema importância na preservação da vida, haja vista que alguns dos pontos já registraram atropelamentos graves, inclusive com mortes.
Andrade destacou que, com a implantação dos dispositivos de monitoramento, a ideia é forçar a redução da velocidade de modo que, mesmo diante de distrações dos motoristas, um eventual acidente seja de menor intensidade e não resulte em morte. Ele lembrou que todo o processo de instalação foi transparente e que a CMTU deu ampla publicidade às ações. “Nossa preocupação é demonstrar a necessidade da medida. Cada novo local foi sinalizado, informamos sobre o período de testes dos radares, convocamos a imprensa para falar da novidade, publicamos os dados nas nossas mídias e, ainda, demos prazo para o início da fiscalização efetiva”, frisou.
As informações registradas poderão ser passíveis de infrações de trânsito. Do total instalado, 10 dispositivos irão fiscalizar somente o excesso de velocidade, enquanto os demais irão capturar também o avanço de semáforo e a parada sobre a faixa de pedestres.
Confira abaixo as novas áreas monitoradas:
Velocidade máxima permitida – 40 Km/h
Rua Bento Munhoz da Rocha Neto (Cruzamento com Rua João Wycliff; com Display de velocidade)
Rua Rio Grande do Sul (Cruzamento com Rua Amapá; com Display de velocidade)
Velocidade máxima permitida – 50 Km/h
Av. Angelina Ricci Vezozzo (próximo ao Ribeirão Lindóia)
Av. Águia Imperial (Cruzamento com Rua Perdizes)
Av. Arthur Thomas, 1880
Av. Máximo Peres Garcia, 630
Av. Ayrton Senna da Silva (cruzamento com Rua Caracas – sentido Norte/Sul; com Display de velocidade)
Av. Ayrton Senna da Silva (cruzamento com Rua Caracas – sentido Sul/Norte; com Display de velocidade)
Velocidade máxima permitida – 60 Km/h
Avenida Francisco Gabriel Arruda, 449
Rodovia Mábio Gonçalves Palhano (Cruzamento com Rua Rubens Carlos de Jesus)
Já os radares mistos, ou seja, que fiscalizam velocidade, avanço de semáforo e a parada sobre a faixa estarão presentes nas seguintes localidades:
Velocidade máxima permitida – 40 Km/h
Rua Uruguai (Cruzamento com rua Bolívia)
Rua Bahia (Cruzamento com rua Amapá)
Velocidade máxima permitida – 60 Km/h
Av. Winston Churchill (Cruzamento com Av. da Liberdade)
Avenida Arcebispo Dom Geraldo Fernandes (Cruzamento com Rua Amapá)
Com a ampliação da fiscalização eletrônica, atualmente estão em operação 79 pontos de controle. A maior parte (65) dos aparelhos começou a operar em 2021, nos meses de junho e outubro, juntamente com 40 câmeras de videomonitoramento.
A lista completa das vias fiscalizadas pode ser acessada no endereço cmtu.londrina.pr.gov.br, na opção “fiscalização de trânsito”.
Créditos: Tem Londrina
A Companhia de Habitação de Londrina (Cohab-Ld) oficializou hoje o início da comercialização do Residencial Portal das Orquídeas, que já está em construção na rua Aparecida Fonseca Barbosa, no conjunto Semíramis, próximo ao lago Cabrinha, na região Norte.
Ao todo, serão 240 apartamentos para famílias com renda mínima de dois salários mínimos. O novo programa habitacional conta também com o apoio do governo estadual, através da Cohapar, e do Casa Verde e Amarela, do governo federal.
O terreno cedido pela Cohab-Lda fica bem no coração da região norte da cidade, perto do lago Cabrinha. Ali ficam também os portais Manacá e Grevilhas, construídos pela construtora Village, habilitada pela Caixa Econômica Federal.
A comercialização a partir da Cohab começa pela demonstração de interesse de famílias já inscritas no cadastro da companhia. A partir da procura, assistentes sociais fazem a atualização dos dados sociais e aprovação de inclusão no projeto, em seguida acompanham a aprovação final feita pela Caixa Econômica.
Ao novas unidades terão 43,31 m² distribuídos entre dois dormitórios, um banheiro, sala, cozinha e lavanderia integradas e uma vaga de garagem. Nas áreas de uso comum, o empreendimento conta com salão de festas, portaria, área de convivência, playground e estacionamento para visitantes. Há também apartamentos para pessoas com deficiência. Os imóveis variaram entre R$ 90 a 144 mil reais.
As prestações são negociadas diretamente com a Caixa Ecônomica e levam em cosideração o perfil social de cada família. Beneficiários cadastrados na Cohab-Ld podem adquirir a casa própria com alguns benefícios, como taxa zero no valor da entrada e financiamento em até 30 anos, com prestações que variam entre R$ 490 até R$ 650.
Segundo o novo diretor-presidente da Companhia de Habitação de Londrina, Bruno Ubiratan, há uma expectativa de lançamento de novos programas habitacionais para o ano que vem, com a posse de Lula na presidência. “Ele se comprometeu durante a campanha, a construir moradias habitacionais no modelo do antigo Minha Casa Minha Vida, para as camadas mais humildes da população, com renda familiar que flutua em torno de um salário mínimo. Esta é uma necessidade vital para pelo menos 7 mil famílias inscritas na Cohab Londrina, um público médio de quase 30 mil pessoas. O prefeito Marcelo Belinati também considera os projetos para baixa renda uma necessidade vital e nós, da Cohab, estamos prontos para implantar novos programas. Há pressa para resolver o déficit de moradias”, afirma Bruno. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Londrina)
Créditos: Bonde / Folha de Londrina