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A Secretaria de Saúde de Londrina registrou mais dois óbitos causados pelo coronavírus no boletim desta quinta-feira (30). As vítimas tinham 91 e 96 anos. O boletim epidemiológico também registrou um salto de internações nas últimas horas, saindo de 44 hospitalizados para 59, em apenas 24 horas. Veja abaixo:
Homem, de 91 anos, hospital público desde 20 de junho.
Mulher, de 96 anos, hospital filantrópico desde 26 de junho.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 214 casos nas últimas horas, com 618 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.555 londrinenses perderam a vida e 144.867 foram contaminados.
A média móvel de casos está em 201 registros por dia.
O município tem 59 londrinenses internados, sendo 21 em UTI e 38 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recomenda que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina registrou mais dois óbitos causados pelo coronavírus no boletim de ontem. As vítimas tinham entre 90 e 91 anos. Veja abaixo:
Homem, de 90 anos, hospital público desde 22 de maio.
Mulher, de 91 anos, hospital público desde 22 de junho.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 205 casos nas últimas horas, com 650 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.553 londrinenses perderam a vida e 144.653 foram contaminados.
A média móvel de casos está em 203 registros por dia.
O município tem 44 londrinenses internados, sendo 18 em UTI e 26 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recomenda que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina registrou mais óbitos causados pelo coronavírus no boletim de ontem. As vítimas são três homens com idades entre 73 e 89 anos. Veja abaixo:
Homem, de 75 anos, hospital filantrópico desde 8 de junho.
Homem, de 73 anos, hospital público desde 18 de junho.
Homem, de 89 anos, hospital público desde 19 de junho.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 176 casos nas últimas horas, com 539 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.549 londrinenses perderam a vida e 144.221 foram contaminados.
A média móvel de casos é de 194 registros confirmados por dia. Esse é o 12ª dia com queda na média, dado que pode sinalizar um possível arrefecimento da pandemia na cidade, nos últimos dias.
O município tem 44 londrinenses internados, sendo 16 em UTI e 28 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recomenda que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina não registrou óbito causado pelo coronavírus no boletim de ontem. A média de casos da doença continua caindo e chegou ao sétimo informe consecutivo, mas ainda é considerada alta.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 243 casos nas últimas horas, com 757 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.546 londrinenses perderam a vida e 143.941 foram contaminados.
A média móvel de casos é de 206 registros confirmados por dia.
O município tem 47 londrinenses internados, sendo 18 em UTI e 29 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recomenda que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina não registrou óbito causado pelo coronavírus no boletim de ontem. A média de casos da doença caiu pelo sexto informe consecutivo, mas ainda é considerada alta.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 238 casos nas últimas horas, com 655 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.546 londrinenses perderam a vida e 143.698 foram contaminados.
A média móvel de casos é de 216 registros confirmados por dia. Essa é a sexta queda seguida.
O município tem 47 londrinenses internados, sendo 18 em UTI e 29 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) publicou um novo decreto recomendando que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina registrou mais dois óbitos causados pelo coronavírus no boletim de ontem. As vítimas são dois homens, de 32 e 85 anos.
O rapaz de 32 estava internado desde 14 de junho, e o idoso de 85, foi hospitalizado em 8 de junho. Ambos estavam internados em hospital público.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 234 casos nas últimas horas, com 609 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.546 londrinenses perderam a vida e 143.460 foram contaminados.
A média móvel de casos é de 238 registros confirmados por dia. Essa é a quinta queda consecutiva.
O município tem 49 londrinenses internados, sendo 17 em UTI e 32 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) publicou um novo decreto recomendando que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou ontem, que recebeu uma nota técnica da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) orientando a aplicação da quarta dose ou segunda dose de reforço para pessoas com mais de 40 anos.
Dessa forma, o Paraná passa a recomendar aos municípios que iniciem a aplicação para o novo grupo já nesta semana.
A segunda dose de reforço era indicada somente para pessoas acima de 60 anos há alguns meses. No último dia 4 de junho, o Paraná anunciou a aplicação para o público com 50 anos ou mais.
“Temos plena confiança que os índices da covid-19 só são considerados estáveis hoje graças à vacinação, e, para isso, precisamos disponibilizar as vacinas para o maior número de pessoas. Vamos repassar a orientação aos municípios e disponibilizar mais doses para aqueles que precisarem”, afirmou o secretário da Saúde, César Neves.
A estimativa do Ministério da Saúde é que 4,8 milhões de pessoas tenham mais de 40 anos no Paraná, sendo que 1.604.097 tem entre 40 e 49 anos. O governo federal informou ainda que 485.143 paranaenses entre 40 e 49 anos já estão aptos a receber a nova dose, ou seja, tomaram a primeira dose de reforço (REF) há pelo menos quatro meses.
A Nota Técnica orienta que a nova dose deve ser aplicada com vacinas da plataforma de mRNA (Comirnaty/Pfizer) ou vetor viral (Janssen ou AstraZeneca). Mulheres grávidas ou puérperas devem receber preferencialmente o imunizante da Pfizer, e, caso não haja disponibilidade, poderá ser utilizada a vacina CoronaVac. As orientações também são válidas para pessoas imunocomprometidas.
Segundo os dados do Vacinômetro, o Paraná registra até agora 25.749.996 vacinas aplicadas, sendo 10.036.316 primeiras doses, 9.155.800 segundas doses, 336.285 doses únicas, 381.109 doses adicionais, 5.259.327 doses de reforço e 581.159 segundas doses de reforço.
Créditos: Tem Londrina
Nove UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de Londrina vão abrir neste sábado (18), das 8h às 18h, para vacinação contra a Covid-19. Na ocasião, além das UBSs Ouro Branco e Jardim do Sol – que já estavam programadas –, também estarão em funcionamento as unidades Piza, na região sul; Aquiles e Chefe Newton (norte); Santa Rita e Alvorada (oeste); Armindo Guazzi e Ernani Moura Lima (leste), informou a SMS (secretaria Municipal de Saúde).
Ao todo, serão disponibilizadas 3.500 vagas para a população, e os interessados deverão fazer agendamento prévio no site da prefeitura.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, as vagas ofertadas nesta semana foram preenchidas muito rapidamente, o que demonstra uma boa adesão à campanha de vacinação e motivou a prefeitura a abrir mais unidades do que o previsto anteriormente .
“Desde o início da pandemia, temos reforçado a importância da vacina, entretanto, recentemente nós ampliamos significativamente o público-alvo, com a disponibilização da quarta dose para pessoas com mais de 50 anos e trabalhadores de saúde, e isso gerou uma procura intensa. Em vista disso, faremos os esforços necessários para poder facilitar ao cidadão londrinense o acesso à vacina, entendendo a sua importância nesse momento da pandemia”, frisou.
Créditos: Bonde
Com apenas 24 meses de atividade, pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) aliados a grupos de pesquisa de outras instituições conseguiram identificar sete fármacos com potencial para servir como inibidores contra o vírus causador da covid-19, em forma de spray ou comprimido. Os fármacos são resultado de uma pesquisa iniciada em meados de 2020, logo no início da pandemia no Brasil.
A intenção é que os medicamentos se aliem às vacinas no combate à doença.
Os bons resultados estão relacionados ao fato de a equipe ser multidisciplinar, reunindo 18 professores dos Departamentos de Microbiologia, Química, Histologia, Ciências Farmacêuticas, Medicina Veterinária Preventiva e Ciências da Saúde. Além da UEL, participam do projeto pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP) e Lakehead University, do Canadá. O projeto ainda conta com outros 10 bolsistas de Doutorado e de Pós-Doutorado, custeados com recursos do edital Capes.
De acordo com o professor Gerson Nakazato, que divide a coordenação do projeto com as professoras Sueli Ogatta, Ligia Faccin Galhardi e Marcelle Ferreira Bispo, atualmente o trabalho se encontra na segunda fase, ou seja, na análise dos antivirais in vitro. Ele explica que a fase três deve ter início neste segundo semestre do ano e prevê testes dos sete fármacos em um laboratório de contenção (Laboratório de Biossegurança Nível-3), utilizando o vírus causador da covid-19. Os testes serão realizados na USP.
A equipe identificou quatro fármacos sintéticos, cujos testes na bancada demonstraram eficácia contra a replicação do vírus. Estes compostos são considerados inibidores enzimáticos. Outros três podem ser considerados como “naturais” porque utilizam plantas conhecidas como catuaba e girassol. O terceiro utiliza um pigmento bacteriano.
De acordo com a professora Ligia Galhardi, o que determina a ação dos fármacos é a ação deles sobre o vírus. Ela explica que, uma vez comprovada a eficácia, na fase três da pesquisa, será possível desenvolver medicamentos potentes para o combate ao coronavírus. Entre as possibilidades, está o uso em forma de spray nasal, que teria a indicação de eliminar o vírus e reduzir a transmissão. Outro formato possível é a produção de um antiviral de uso oral (comprimido), capaz de reduzir a carga de vírus e impedir a evolução da doença.
Testes finais
Nessa fase dos testes, os pesquisadores pretendem verificar a eficácia dos fármacos em cobaias. Segundo Nakazato, a expectativa de que os resultados possam ser comprovados é bastante alta. Ele explica que a solução obtida até aqui é animadora, considerando também a rapidez com que a equipe conseguiu encontrar os fármacos e comprovar, em laboratório, a eficácia deles. Essa rapidez foi possível a partir do cruzamento de conhecimentos de uma equipe multidisciplinar. Outro fator foi a publicação do edital logo no início da pandemia, em junho de 2020.
A UEL foi a única instituição brasileira que teve dois projetos aprovados no edital Capes nº 11/2020, Seleção Emergencial do Programa Estratégico de Combate a Surtos, Endemias, Epidemias e Pandemias “Capes – Fármacos e Imunologia”. Em todo o país, foram aprovados somente 38 projetos de pesquisa. Além da equipe multidisciplinar, baseada no Centro de Ciências Biológicas (CCB) e que conta com pesquisadores do CCE, CCS e CCA, a UEL conseguiu ainda aprovação do projeto “Aspectos Epidemiológicos da Infecção por SARS-CoV-2 em animais com abordagem em Saúde Única”, coordenado pelo professor Amauri Alfieri, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, do Centro de Ciências Agrárias (CCA).
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina não registrou óbitos causados pelo coronavírus no boletim de ontem.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 390 casos nas últimas horas, com 731 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.542 londrinenses perderam a vida e 142.181 foram contaminados.
A média móvel de casos é de 345 registros confirmados por dia.
O município tem 39 londrinenses internados, sendo 17 em UTI e 23 em enfermaria.
Recomendações
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) publicou um novo decreto recomendando que a população atualize a imunização com as doses de reforço disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e volte a utilizar máscaras em ambientes fechados.
Créditos: Tem Londrina