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A Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), aplicou 1.867 doses de vacinas em crianças e adolescentes em ação realizada no último sábado (3), em seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Destas, 533 referem-se à Vacina Oral Poliomielite (VOP); 546 a imunizantes disponibilizados na campanha de multivacinação; 375 à vacina contra covid19; e 413 contra influenza. Neste dia, as equipes da SMS fizeram a verificação de 1.091 carteirinhas de vacina.
“Esta ação realizada no último sábado reforça o compromisso que a Prefeitura de Londrina tem com saúde dos londrinenses, em especial com as crianças e os adolescentes. Temos identificado uma baixa procura vacinal, infelizmente, nos nossos 53 postos de saúde e, neste sentido, fizemos esta ação em seis unidades espalhadas em todas as regiões da cidade, para aumentar a nossa cobertura vacinal e proteger, adequadamente, nossas crianças”, ressaltou o secretário da pasta, Felippe Machado.
O secretário municipal também enfatizou a importância de os pais ou responsáveis pelas crianças, nesta faixa etária, entenderem o papel vacinação na proteção dos seus filhos. “Infelizmente, essa baixa cobertura vacinal, tem a possibilidade de trazer consequências terríveis, como observamos, há alguns anos, a volta do sarampo. E tudo que não precisamos, após mais de dois anos enfrentando uma pandemia, é correr o risco de ter a reinserção de doenças, como a paralisia infantil, uma doença tão grave”, afirmou.
De acordo com dados da SMS, no município foram aplicadas, do início da campanha, no dia 8 de agosto, até agora, 7.045 doses de vacinas em crianças de um a quatro anos (grupo prioritário da campanha contra poliomielite). Elas representam 25,38% da cobertura vacinal. O número é considerado baixo em todo o território nacional, onde aproximadamente 30% das crianças na faixa etária foram imunizadas.
As campanhas contra a poliomielite (paralisia infantil) e multivacinação prosseguem até sexta-feira (9). Todas as UBSs participam das campanhas e elas estão abertas de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Para receber as doses, é necessário telefonar na UBS mais próxima da residência para agendar dia e horário. Lembrando que, no ato da vacinação, a criança e o adolescente devem portar um documento pessoal com foto ou certidão de nascimento, além da carteira de vacina.
A campanha de vacinação contra poliomielite é voltada para crianças de um a quatro anos de idade. Elas recebem, de forma indiscriminada, a VOP, desde que já tenham completado o esquema inicial com três doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP).
A Multivacinação objetiva atualizar a carteira de vacinação de crianças e adolescentes de zero a 14 anos, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação. As vacinas disponíveis na campanha são: Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba), Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).
Para os adolescentes, estão disponíveis as vacinas HPV, dT (dupla adulto), Febre amarela, Tríplice viral, Hepatite B e Meningocócica ACWY (conjugada). As vacinas têm indicação específica para cada idade, assim como para quem não tem o esquema completo, integram o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e estão registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A vacinação contra covid-19 também prossegue. Ela é voltada para pessoas a partir de 3 anos. As vacinas contra a covid-19 podem ser administradas de maneira simultânea ou com qualquer intervalo em relação às demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, na população a partir de 3 anos de idade. Lembrando que a quarta dose está sendo aplicada somente para as pessoas a partir de 40 anos e pacientes imunossuprimidos com mais de 18 anos.
Créditos: Tem Londrina
município de Londrina registrou 18 vítimas fatais do coronavírus durante o mês de agosto de 2022, de acordo com os dados acumulados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O número representa queda comparada ao mês de julho, que confirmou 32 óbitos.
Abril deste ano continua sendo o mês menos fatal de toda a pandemia, com oito vítimas (Veja o gráfico abaixo).
Desde o início da pandemia, 2.608 londrinenses perderam a vida contra a doença. Vale ressaltar que, desde o final do mês, o boletim epidemiológico é divulgado de forma semanal, assim, as três mortes confirmadas nesta sexta-feira (2), serão computadas no mês de setembro.
O número de novos diagnósticos positivos também apresentou uma queda significativa em relação ao mês passado, contabilizando 1.042 em agosto, contra 2.492 em julho.
O gráfico abaixo mostra a evolução das mortes por covid em Londrina:
A média de hospitalizações não é mais divulgada pela Prefeitura de Londrina. De acordo com o último informe hospitalar, publicado em 19 de agosto, o município possuía 28 moradores internados.
Julho fechou com 59 londrinenses internados, exatamente o mesmo número do mês anterior.
Créditos: Tem Londrina
A Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vai promover uma grande ação de vacinação para crianças e adolescentes neste sábado (3), das 9h às 17h, em seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A iniciativa está alinhada às campanhas de vacinação contra poliomielite (paralisia infantil), multivacinação e covid-19. Não é necessário fazer agendamento para participar.
Estarão abertas as UBSs dos bairros Armindo Guazzi, Santiago, Alvorada, Guanabara, Cafezal e Vivi Xavier. No ato da vacinação, a criança e o adolescente devem comparecer munidos de um documento pessoal com foto ou certidão de nascimento, além da carteira de vacina. “Será mais uma ação da Prefeitura de Londrina, com o objetivo de aumentar a cobertura vacinal de nossas crianças e adolescentes. Pedimos aos pais e responsáveis que levem seus filhos para serem vacinados, a fim de protegê-los da forma correta, estando com as vacinas em dia”, enfatizou o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado.
A campanha de vacinação contra poliomielite é voltada para crianças de um a quatro anos de idade. Elas recebem, de forma indiscriminada, a Vacina Oral Poliomielite (VOP), desde que já tenham completado o esquema inicial com três doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP).
De acordo com dados da SMS de Londrina, entre o início da campanha, no dia 8 de agosto, e o dia 29 deste mês, foram aplicadas no município 4.922 doses de vacinas contra a paralisia infantil. Elas representam 17,47% da cobertura vacinal do público-alvo. A campanha prosseguirá até o dia 9 de setembro.
A Multivacinação objetiva atualizar a carteira de vacinação de crianças e adolescentes de zero a 14 anos, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação. Até o momento, a SMS fez a verificação de 6.046 carteirinhas de vacinação.
As vacinas disponíveis na campanha de multivacinação são: Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba), Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).
Para os adolescentes, estão disponíveis as vacinas HPV, dT (dupla adulto), Febre amarela, Tríplice viral, Hepatite B e Meningocócica ACWY (conjugada). As vacinas têm indicação específica para cada idade, assim como para quem não tem o esquema completo, integram o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e estão registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Já a vacinação contra covid-19 é voltada para crianças a partir de 3 anos e adolescentes. As vacinas contra a covid-19 podem ser administradas de maneira simultânea ou com qualquer intervalo em relação às demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, na população a partir de 3 anos de idade.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Londrina divulgou ontem, novo boletim epidemiológico sobre a varíola dos macacos, também chamada de monkeypox. Em relação ao boletim da semana passada, aumentaram 12 casos notificados da doença, subindo de 33 para 45. Do total de notificações, houve três confirmações a mais do que a semana anterior, totalizando seis casos confirmados da doença no município.
Outros 17 casos são suspeitos, os quais estão sendo analisados em laboratório, 18 foram descartados, um teve resultado inconclusivo, um paciente não coletou o exame e dois são indeterminados, pois tiveram carga viral insuficiente, podendo ter os exames repetidos.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Fernanda Fabrin, dos seis pacientes que tiveram a confirmação da doença quatro estão em isolamento domiciliar e permanecerão em casa até que todas as lesões na pele, características da Monkeypox desapareçam e dois já encerraram isolamento. “Os pacientes suspeitos também estão isolados em casa e só sairão do isolamento após o resultado do exame, se a doença não for detectável”, informou.
A orientação da SMS de Londrina é que a população fique atenta aos sintomas da doença, em especial ao aparecimento abrupto de lesões pelo corpo, indiferentemente do motivo. Se isso acontecer, a pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde, seja da iniciativa privada ou pública, para que um profissional de saúde possa fazer a avaliação e a condução correta do caso. Em Londrina, todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão preparadas para atender os casos suspeitos de Monkeypox.
Contágio e sintomas
A transmissão da varíola dos macacos entre humanos acontece, principalmente, por meio de contato pessoal com lesões na pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos contaminados por pessoas já infectadas.
A infecção causa erupções na pele que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. A pessoa infectada só deixa de transmitir o vírus quando as crostas desaparecem da pele. Além das erupções na pele, os principais sintomas são febre, seguido de adenomegalia (gânglios inchados) e dores (muscular e cefaleia).
Casos no Brasil e mundo
No Brasil, o primeiro caso da varíola dos macacos foi confirmado foi no dia 9 de junho, em São Paulo. No momento há 4.693 casos confirmados no país. São 48.652 casos no mundo, registrados em 10 países, e 17 óbitos.
Créditos: Tem Londrina
As obras da Unidade Básica de Saúde da Vila Fraternidade, na zona leste de Londrina, foram retomadas ontem. Uma nova empresa assumiu os trabalhos após quase dois anos que a construtora antiga, contratada por licitação, abandonou o contrato com 44% dos serviços executados.
A nova empresa foi contratada em julho por dipensa de licitação. O valor investido ficou em R$1,2 milhão, com oito meses para conclusão. A Prefeitura tentou quatro processos licitatórios antes disso, mas todos deram desertos.
A unidade foi a primeira UBS construída em Londrina. A estrutura antiga, da década de 70, foi demolida em 2014 e a reconstrução se iniciou em 2020.
Os trabalhos foram retomados nesta segunda-feira com a demolição de algumas paredes que estavam danificadas por conta da presença de invasores. A construção estava sendo utilizado como mocó. Por conta da sujeira, uma lavagem foi feita no local.
Créditos: Tarobá Londrina
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Londrina divulgou o segundo boletim epidemiológico sobre a varíola dos macacos ou Monkeypox. Em relação ao boletim da semana passada, aumentaram 15 casos notificados da doença, subindo de 18 para 33. Neste momento, o município permanece com três casos confirmados, 22 suspeitos (na semana passada eram 13), os quais estão sendo analisados em laboratório, sete descartados e um exame teve resultado inconclusivo.
Os três pacientes que tiveram resultado positivo para a doença prosseguem em isolamento em seus domicílios, sendo monitorados pelas equipes da SMS, assim como os seus familiares e contatos próximos, intradomiciliares. Os 22 casos suspeitos estão sendo analisados pelo Laboratório Central do Estado, (Lacen), em Curitiba. De lá, eles são enviados para São Paulo, onde são feitos os processamentos dos exames, no Instituto Adolfo Lutz.
A orientação da SMS de Londrina é que a população fique atenta aos sintomas da doença, em especial ao aparecimento abrupto de lesões pelo corpo, indiferentemente do motivo. Se isso acontecer, a pessoa deve procurar imediatamente uma unidade de saúde, seja da iniciativa privada ou pública, para que um profissional de saúde possa fazer a avaliação e a condução correta do caso. Em Londrina, todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão preparadas para atender os casos suspeitos de Monkeypox.
Contágio e sintomas
A transmissão da varíola dos macacos entre humanos acontece, principalmente, por meio de contato pessoal com lesões na pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos contaminados por pessoas já infectadas.
A infecção causa erupções na pele que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. A pessoa infectada só deixa de transmitir o vírus quando as crostas desaparecem da pele. Além das erupções na pele, os principais sintomas são febre, seguido de adenomegalia (gânglios inchados) e dores (muscular e cefaleia).
Casos no Brasil e mundo
No Brasil, o primeiro caso da varíola dos macacos foi confirmado foi no dia 9 de junho, em São Paulo. No momento há 3.896 casos confirmados no país. São 42.746 casos no mundo, registrados em 98 países, e 13 óbitos.
Créditos: Tem Londrina
A Prefeitura de Londrina informou ontem que os boletins epidemiológicos do coronavírus não serão mais divulgados diariamente pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). De acordo com a decisão, o boletim será informado todas às sextas-feiras.
Segundo a pasta, o fato acontece motivado pela “desaceleração da pandemia” no município.
Atualmente, conforme os últimos dados, Londrina acumula 148.206 casos confirmados, com 171 ativos. Os hospitais possuem 28 internados, sendo 12 em UTI e 16 Enfermaria. Desde o início da pandemia, 2.601 londrinenses morreram em decorrência da doença.
O último Vacinômetro, divulgado ainda em 7 de junho, mostrava que 50% da população londrinense havia tomado a terceira dose contra a doença.
Créditos: Tem Londrina
A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) divulgou ontem mais 647 casos confirmados e cinco mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.713.577 casos e 44.695 óbitos pela doença.
Os dados de internamentos incluem todos os pacientes com casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e suspeitos ou confirmados da Covid-19.
Nesta data, 421 pessoas estão internadas em leitos SUS (99 em UTIs e 322 em leitos clínicos/enfermaria), seja por suspeita ou diagnóstico de Covid-19 ou de outras SRAGs.
O Paraná já aplicou 27,3 milhões de doses e foram aplicados mais de 4,9 millhões de testes.
Créditos: Bonde
A Secretaria de Saúde de Londrina não registrou óbito causado pelo coronavírus no boletim de ontem.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 40 casos nas últimas horas, com 187 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.601 londrinenses perderam a vida e 148.184 foram contaminados.
A média móvel de casos está em 40 registros por dia.
Um dado curioso apontado nas últimas horas, foi o número de londrinenses hospitalizados em decorrência da doença, que despencou de 62 para 28, em 48 horas. Atualmente, são 11 pessoas em UTI e 17 nas enfermarias.
Créditos: Tem Londrina
A Secretaria de Saúde de Londrina registrou um óbito causado pelo coronavírus no boletim de ontem. A vítima é uma mulher, de 83 anos, internada em hospital filantrópico desde 10 de agosto.
Segundo o boletim, foram confirmados mais 54 casos nas últimas horas, com 181 casos ativos da doença. Desde o início da pandemia, 2.601 londrinenses perderam a vida e 148.144 foram contaminados.
A média móvel de casos está em 46 registros por dia.
O município tem 29 londrinenses internados, sendo 11 em UTI e 18 em enfermaria.
Créditos: Tem Londrina