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A secretária municipal de Assistência Social de Londrina, Marisol Chiesa, informou aos vereadores que “inconsistências financeiras” contribuíram para o fechamento da Casa do Bom Samaritano. A entidade, que atuou por mais de 40 anos no atendimento a idosos, homens com necessidades especiais e pessoas em situação de rua, suspendeu os serviços após o fim dos convênios com as secretarias municipais de Assistência Social, do Idoso e de Educação.

Segundo a instituição, a primeira notificação sobre a possibilidade de encerramento foi feita em 12 de agosto, e a decisão definitiva comunicada no dia 28 do mesmo mês. A falta de recursos inviabilizou a continuidade dos trabalhos.

Marisol compareceu à Câmara Municipal nesta quinta-feira (25), após convocação aprovada no dia 16. Ela explicou que a Prefeitura realizou reuniões para tentar manter o funcionamento do local, mas a entidade não apresentou um novo plano de trabalho que justificasse a insuficiência dos repasses. “Tudo que tínhamos, a nível de Prefeitura, foi tentado. As secretarias de Assistência Social e do Idoso sempre pagaram em dia”, afirmou.

A secretária também destacou que o Ministério Público acompanha possíveis irregularidades financeiras identificadas pela administração municipal. A Casa do Bom Samaritano, porém, negou inconsistências e disse que suas contas foram aprovadas pela Prefeitura e órgãos de controle até setembro de 2025, ressaltando que as dificuldades financeiras vinham de longa data.

O plano de ação da Prefeitura prevê a realocação dos atendidos: oito adultos em situação de alta vulnerabilidade foram encaminhados para uma República Assistida; outros oito, com autonomia parcial, para o SOS e para o Renascer; cinco, com vida independente, para reinserção social; e oito receberam passagens para retorno às famílias. Entre os 25 idosos, três já foram levados para uma Instituição de Longa Permanência (ILPI). No total, 21 pessoas ainda aguardam definição de novos abrigos.

Diante do caso, a Câmara Municipal criou uma Comissão Especial para monitorar instituições de assistência social e acolhimento em Londrina. A vereadora Paula Vicente (PT) presidirá o grupo, com prazo de 120 dias para apresentar um relatório.

Com quase todos os lotes da Cidade Industrial já comercializados e conclusão prevista para o fim de 2025, a Prefeitura de Londrina estuda um novo passo para ampliar a industrialização do município. O projeto, apresentado pela Codel (Instituto de Desenvolvimento de Londrina) em um evento no Reino Unido, prevê a criação de um condomínio industrial de grande porte voltado a indústrias de cadeia longa, considerado estratégico para diversificar a matriz econômica local.

Segundo o presidente da Codel, Paulo Henrique Ferreira, a atual Cidade Industrial conta com cerca de 900 mil metros quadrados de área útil, insuficiente para empresas de grande porte. A nova proposta prevê um complexo de, no mínimo, 4 milhões de metros quadrados, com possibilidade de expansão. A ideia é oferecer infraestrutura completa, serviços, centros de formação, inovação e empresas-âncora.

O setor produtivo vê a iniciativa como essencial. O vice-presidente da Acil (Associação Comercial e Industrial de Londrina), Gerson Guariente, lembra que a demanda por grandes áreas industriais é antiga. “Indústrias de maior porte precisam de terrenos a partir de 250 mil metros quadrados, algo inviável com os lotes atuais, que chegam no máximo a 10 mil metros”, explica. Ele também cita restrições ambientais, já que parte do empreendimento fica próxima ao Ribeirão Jacutinga, manancial que abastece Ibiporã.

Restam apenas seis lotes disponíveis na Cidade Industrial, que devem ser leiloados após a conclusão das obras. Os terrenos passarão por nova avaliação e devem custar cerca de 10% a mais que os já vendidos, em média R$ 189 por metro quadrado, já com o subsídio municipal de 50%.

Embora a localização do novo condomínio ainda não esteja definida, a tendência é que ele seja implantado na zona sul, próximo à PR-445, ao futuro Contorno Leste e ao Aeroporto de Londrina. Setores como o alimentício e o farmacêutico são apontados como potenciais beneficiados, por gerarem empregos, trazerem investimentos de fora e movimentarem a economia local.

Para Guariente, o empreendimento pode levar de dez a 15 anos para se consolidar, mas tem capacidade de transformar o perfil econômico da cidade, atraindo indústrias de alto faturamento e ampliando a presença de capital nacional e internacional em Londrina

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Londrina divulgou um alerta epidemiológico diante da elevação dos casos de hepatite A, especialmente entre adultos jovens e com maior gravidade, na área da 17ª Regional de Saúde. O objetivo é reforçar a vigilância em situações com sintomas compatíveis e intensificar as ações de prevenção e controle da doença.

A hepatite A é causada pelo vírus HAV, conhecido como “hepatite infecciosa”. Embora, em geral, seja de evolução benigna, a gravidade e o risco de complicações aumentam com a idade. A transmissão ocorre, principalmente, por água e alimentos contaminados, mas em adultos também pode ocorrer durante relações sexuais desprotegidas, especialmente com contato oral/anal.

Segundo a SMS, todos os casos confirmados devem ser notificados em até sete dias úteis à Gerência Epidemiológica. A vacinação infantil está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para crianças de 15 meses a 4 anos, conforme o Programa Nacional de Imunização. A vacina também é oferecida nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) para grupos com maior risco, como pessoas com doenças hepáticas, imunodeprimidas, vivendo com HIV, com coagulopatias, fibrose cística, trissomias, hemoglobinopatias, ou que participem de programas de transplante. Usuários de PrEP (profilaxia pré-exposição ao HIV) podem se vacinar no Centro de Referência Bruno Piancastelli Filho.

A diretora de Vigilância em Saúde, Fernanda Fabrin, reforça a importância da imunização dos públicos elegíveis e das medidas preventivas, como lavar as mãos com frequência, higienizar frutas e verduras, consumir água tratada ou fervida, cozinhar bem alimentos de origem animal e usar preservativo durante relações sexuais. Também é recomendada a higienização de genitália e região anal antes e depois das relações, além da limpeza de objetos de uso íntimo.

De janeiro a 20 de setembro de 2025, Londrina confirmou 17 casos da doença, quase o dobro do total registrado em todo o ano de 2024, que teve nove ocorrências. A cobertura vacinal em crianças de 1 a 4 anos alcançou 78,04% no município até junho, enquanto a média estadual é de 82,4%.

Os sintomas iniciais podem ser confundidos com outras doenças e incluem náuseas, febre baixa, fadiga, mal-estar, dores musculares e abdominais, entre outros. Posteriormente, podem surgir icterícia (pele e olhos amarelados) e aumento do fígado, com recuperação gradual. A transmissão ocorre pela via fecal-oral e o período de incubação varia de 15 a 45 dias, com risco de contágio desde duas semanas antes do início dos sintomas até o fim da segunda semana da doença.

O governador Ratinho Junior sancionou nesta terça-feira (23), em Curitiba, a lei que diminui de 3,5% para 1,9% a alíquota do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para automóveis, motocicletas e caminhonetes no Paraná. A mudança começa a valer em 2026 e deve beneficiar cerca de 3,4 milhões de proprietários, garantindo uma economia anual de aproximadamente 45% no imposto.

Ratinho Junior destacou que a redução, a maior do país, foi possível graças ao bom desempenho fiscal do Estado. “Esse dinheiro vai aliviar o bolso das famílias e movimentar a economia local, ajudando nas despesas do dia a dia e fomentando o comércio”, afirmou. Segundo ele, o Paraná já se destaca por ter a maior cesta básica isenta de ICMS e a menor tributação do Simples Nacional.

A frota tributada paranaense é de 4,1 milhões de veículos, dos quais 83% serão contemplados pela nova alíquota. O corte vale para automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores. Um carro avaliado em R$ 50 mil, por exemplo, passará de R$ 1.750 para R$ 950 de IPVA.

Veículos especiais, como ônibus, caminhões, utilitários de carga, táxis e modelos movidos a GNV, seguem com tributação de 1%. Também permanece a isenção para motocicletas de até 170 cilindradas, vigente desde 2024. O cálculo do imposto continuará baseado no valor venal definido pela tabela Fipe, divulgada anualmente.

O secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, prevê que a mudança incentive a transferência de emplacamentos de outros estados para o Paraná, ampliando a arrecadação mesmo com a redução da alíquota. Após o anúncio da proposta, o Detran-PR já registrou aumento de 11% nos emplacamentos.

Para equilibrar as contas públicas, a lei eleva de 10% para 20% a multa por atraso no pagamento do IPVA, mantendo a cobrança de juros diários de 0,33% mais Selic. O governo afirma que essas medidas asseguram a manutenção de investimentos e serviços.

Essa é a segunda grande alteração no imposto na atual gestão. Em 2024, o Estado já havia concedido isenção para motos de até 170 cilindradas, beneficiando mais de 732 mil proprietários.

A partir desta segunda-feira (22), contribuintes com débitos municipais podem aderir ao Regulariza Londrina, novo programa de renegociação de dívidas criado para facilitar o pagamento de tributos e taxas em atraso.

Segundo a Secretaria Municipal da Fazenda, todo o processo pode ser feito on-line, pelo portal oficial da prefeitura (portal.londrina.pr.gov.br), que disponibiliza dois banners de acesso direto. Quem tiver dificuldade com a plataforma pode agendar atendimento presencial na Praça de Atendimento da Prefeitura, na avenida Duque de Caxias, 635, ou participar do primeiro mutirão, marcado para sábado (27), das 9h às 15h.

Para agilizar, é recomendado o uso da conta gov.br (níveis ouro, prata ou bronze). Ao informar CPF, o sistema identifica pendências de IPTU e, se houver, de CNPJ vinculado. Também há opção de consulta simplificada com CPF ou CNPJ e número de inscrição imobiliária.

O Regulariza Londrina substitui o antigo Profis e não será reeditado anualmente. A lei prevê que, nos próximos cinco anos, não haverá novos programas de benefícios. Quem não aderir em 2025 só poderá fazer o parcelamento ordinário, em até 60 vezes, sem descontos.

Podem ser renegociadas todas as dívidas municipais vencidas até 5 de setembro de 2025, incluindo IPTU, ISS, taxas de capina e roçagem, débitos com a Acesf e a Caapsml, inclusive valores em processo judicial ou administrativo. Contribuintes que já haviam renegociado em anos anteriores também podem aderir novamente.

Condições de pagamento

  • Curto prazo: cota única até 30 de novembro ou em três parcelas até 22 de dezembro. Para o IPTU 2025, há 5% de desconto no valor principal mais 100% de abatimento de multas e juros. Para outras dívidas, o desconto é de 100% em multas e juros.

  • Longo prazo: parcelamentos em 60, 90 ou 120 vezes, com descontos apenas sobre multas e juros — 70%, 50% e 40%, respectivamente.

O objetivo principal é reduzir o estoque de dívidas, hoje estimado em R$ 2,3 bilhões, sendo R$ 750 milhões apenas de IPTU. A prefeitura espera arrecadar cerca de R$ 160 milhões com pagamentos à vista até dezembro e outros R$ 230 milhões em parcelamentos de longo prazo, totalizando R$ 390 milhões.

“O Regulariza Londrina é a última e melhor oportunidade para colocar as contas em dia, com prazos estendidos e descontos que não teremos novamente”, destacou o secretário da Fazenda, Éder Pires.

Uma mulher morreu após o Ford Ka em que ela estava perder o controle da direção, invadir a pista contrária e colidir frontalmente com um Kia Sorento no fim da tarde deste domingo (21), no km 321 da BR-376, em Ortigueira. De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o Ka que seguia no sentido decrescente da rodovia quando houve o acidente. Com a força do impacto, o Ford Ka se partiu ao meio, e a passageira morreu no local.

Os ocupantes do  outro veículo não se feriram. Além da PRF, a ocorrência foi atendida pela Polícia Civil, Polícia Científica e concessionária CCR Vias, responsável pelo trecho. A PRF vai elaborar o laudo pericial do acidente.

A chuva acompanhada de fortes rajadas de vento que atingiu Londrina entre a madrugada e o início da manhã desta segunda-feira (22) provocou a queda de ao menos 15 árvores em diferentes regiões da cidade, segundo balanço da Defesa Civil divulgado às 9h30. Os ventos chegaram a 57,6 km/h e a precipitação acumulada foi de 16,4 milímetros.

As zonas Leste e Oeste concentraram a maioria dos casos. Em vários pontos, árvores caíram sobre a rede elétrica, muros e residências, causando bloqueios parciais ou totais de vias. Entre os bairros afetados estão Avelino Vieira, Jardim Bandeirantes, Jardim Leonor e Jardim Amaro (Zona Oeste), além de Santa Alice, Jardim da Luz, Residencial Veneza, Giovani Lunardelli, Lindóia e Jardim Aragarça (Zona Leste). Houve ainda registros no Jardim San Fernando (Sul) e nos conjuntos Vivi Xavier e Vista Bela (Norte).

Na Avenida Aracy Soares dos Santos, no Jardim Leonor, uma árvore de grande porte tombou sobre o canteiro central, mas não interrompeu o tráfego nem causou queda de energia. Em toda a cidade, muitos galhos ficaram espalhados pelas ruas. Equipes da Secretaria Municipal do Ambiente trabalham na retirada dos resíduos, enquanto ocorrências envolvendo fiação elétrica foram encaminhadas à Copel.

O temporal também destelhou duas residências, no Jardim Lindóia e no Conjunto Vista Bela. Nesses locais, a Defesa Civil forneceu lonas para cobertura emergencial.

Segundo o Simepar, a instabilidade foi causada por dois sistemas de baixa pressão, um entre o Paraguai e a Argentina e outro no litoral do Uruguai e Rio Grande do Sul, que deram origem a um ciclone extratropical. A chuva deve avançar para os Campos Gerais, Norte e Norte Pioneiro ainda nesta segunda-feira, com previsão de temperaturas mínimas próximas a 10 °C entre terça (23) e quinta-feira (25).

A Copel informou que cerca de 3,5 mil imóveis estavam sem energia em Londrina na manhã de hoje. Em todo o Paraná, aproximadamente 405 mil residências foram afetadas. Em Sertanópolis, ventos derrubaram dez postes que atendem exclusivamente uma indústria alimentícia, cuja operação agora depende de geradores. Em Bandeirantes, duas torres de alta tensão também caíram, mas o fornecimento foi mantido por linhas alternativas. A companhia segue com equipes mobilizadas e prevê reconstruir as estruturas danificadas até o fim da semana.

A Câmara Municipal de Londrina aprovou, nesta quinta-feira (18), o Projeto de Lei 72/2024, que veda a ocupação de áreas públicas para moradia e outras atividades cotidianas. A proposta, de autoria da vereadora Jessicão (PP), é apresentada como uma medida para enfrentar o crescimento da população em situação de rua no município.

O texto recebeu parecer de inconstitucionalidade da Procuradoria Legislativa, que apontou conflito com decisão liminar do STF (ADPF 976) que proíbe a remoção compulsória de pessoas em situação de rua. O projeto prevê apenas que a pessoa identificada seja encaminhada a uma unidade do CentroPOP, sem mencionar consentimento.

A vereadora Paula Vicente (PT) tentou alterar esse ponto com uma emenda que condicionava o encaminhamento à anuência do abordado, mas a proposta foi rejeitada pelo plenário. Outra emenda que visava impedir a remoção de famílias com crianças também não passou. “Não podemos tratar as pessoas como objetos. Busquei dar constitucionalidade ao projeto e garantir responsabilidade do poder público”, argumentou Paula.

Jessicão afirmou à Folha de Londrina que não se surpreenderá se o Ministério Público do Paraná recomendar veto, lembrando que medida semelhante — sobre internação involuntária — já foi barrada anteriormente. Para a vereadora, no entanto, o tema é de “máximo interesse local”, o que permitiria legislar. Ela também defendeu que a Prefeitura regulamente detalhes como o órgão responsável pelo encaminhamento e eventuais sanções.

O projeto foi aprovado por 12 votos a 2, com Paula Vicente e Matheus Thum (PP) contrários. Quatro vereadores não votaram. As emendas apresentadas foram derrubadas por maioria. O texto agora segue para sanção ou veto do prefeito Tiago Amaral (PSD).

Pouco mais de um mês após o governo dos Estados Unidos impor uma tarifa extra de 50% sobre produtos brasileiros, os efeitos da medida do presidente Donald Trump já se refletem no mercado de trabalho do Brasil. A redução nas exportações para o país norte-americano levou a demissões em massa, férias coletivas, suspensão de contratos e queda no ritmo de produção em várias empresas. Se o cenário persistir, a expectativa é de novos cortes de pessoal até novembro.

O setor de madeira processada é o mais afetado. Como a produção era direcionada principalmente ao mercado norte-americano, indústrias têm dificuldade para redirecionar mercadorias após o cancelamento de contratos e a escassez de novos pedidos.

Segundo a Fetraconspar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Paraná), uma empresa anunciou recentemente a demissão de 400 funcionários de suas unidades em Jaguariaíva e Telêmaco Borba. Em Guarapuava, outra fábrica mantém 900 trabalhadores praticamente parados, enquanto uma serraria em Quedas do Iguaçu já fechou as portas.

Dados da Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente) apontam que, até 15 de setembro, o setor registrou cerca de 4 mil demissões, 5,5 mil trabalhadores em férias coletivas e 1,1 mil em layoff (suspensão temporária de contratos). A entidade alerta para o risco de mais 4,5 mil desligamentos se a tarifa não for suspensa em até 60 dias.

As exportações de produtos de madeira processada para os EUA despencaram entre 35% e 50% de julho para agosto. Em 2024, o Brasil exportou US$ 1,6 bilhão em madeira para o mercado norte-americano, dos quais US$ 615 milhões vieram de indústrias paranaenses. Em média, metade da produção nacional tinha os EUA como destino, e alguns segmentos dependiam exclusivamente desse comprador, especialmente a construção civil.

Frente fria muda o clima no Paraná a partir de domingo

O Paraná deve enfrentar uma mudança brusca de tempo no início da próxima semana. Segundo o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), as temperaturas continuam elevadas até sábado (20), mas uma frente fria avança sobre o estado entre domingo (21) e segunda-feira (22), trazendo chuvas generalizadas e queda de até 10 °C, especialmente no Norte.

Nesta sexta-feira (19), as menores mínimas foram registradas em São Mateus do Sul (8,9 °C) e Palmas (9,9 °C). Em cidades como Santa Helena, Paranaguá, Loanda, Guaratuba e Foz do Iguaçu, a manhã começou com 18 °C a 19 °C. Durante a tarde, os termômetros podem chegar a 35 °C no Norte e a 30 °C na metade sul.

De acordo com o meteorologista Fernando Mendes, a Região Metropolitana de Curitiba deve alcançar 26 °C nesta sexta e perto de 30 °C no sábado. No Litoral, as máximas ficam entre 28 °C e 29 °C.

Com a chegada da frente fria, a previsão é de chuva em todas as regiões, incluindo temporais com rajadas de vento e trovoadas, iniciando pelo Oeste e avançando para Noroeste, Sudoeste e Centro-Sul. “Além da chuva tão necessária, o aumento de nuvens vai reduzir as temperaturas à tarde, principalmente no Norte”, explica Mendes.

A queda será acentuada em diversas cidades. Em Loanda, os termômetros devem variar de 26 °C a 35 °C no domingo e cair para 16 °C a 23 °C na segunda. Em Maringá, a máxima de 34 °C no domingo despenca para 24 °C no dia seguinte. Foz do Iguaçu deve passar de 31 °C no sábado para 22 °C na segunda.

No Litoral, Guaratuba terá máxima de 31 °C no domingo e apenas 22 °C na segunda. Curitiba deve ir de 29 °C para 21 °C, com mínimas próximas de 10 °C ao longo da semana. Em Guarapuava, a mínima pode ficar abaixo de 5 °C na terça-feira, mesma previsão para Palmas, que também terá manhãs geladas após a passagem da frente fria.

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