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O Instituto Água e Terra (IAT) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) firmaram uma parceria para desenvolver ações voltadas à conservação dos macacos-prego no Paraná. O acordo envolve pesquisas, monitoramento e estratégias de proteção da espécie em áreas de preservação.

A iniciativa pretende ampliar o conhecimento sobre o comportamento e habitat dos primatas, além de contribuir com políticas públicas ambientais. A cooperação também prevê a formação de estudantes e profissionais da área de biologia e meio ambiente.

Segundo os envolvidos, a presença dos macacos-prego é um importante indicador da saúde dos ecossistemas.

 

Um mês após decretar situação de emergência por conta do desmoronamento no entorno do Lago Igapó 2, a Prefeitura de Londrina ainda não sabe quanto custará a obra de recuperação na área. O local, que segue interditado, apresenta riscos à segurança de pedestres e motoristas.

Apesar da urgência reconhecida oficialmente, o município não apresentou estimativa de valores nem um cronograma detalhado para o início das intervenções. Questionada, a administração informou que os estudos técnicos ainda estão em andamento para definir as ações necessárias.

Enquanto isso, moradores e frequentadores da região cobram agilidade, temendo que a situação piore com as chuvas e a falta de manutenção adequada.

Moradores do assentamento Eli Vive estiveram na sede da Prefeitura de Londrina nesta quarta-feira (27) para reclamar das condições das estradas rurais da região. Segundo os manifestantes, as vias estão intransitáveis, dificultando o transporte escolar, o acesso a serviços de saúde e o escoamento da produção agrícola.

O grupo pede ações imediatas da administração municipal para garantir o direito de ir e vir, especialmente durante o período de chuvas, quando a situação piora. Representantes foram recebidos por membros da prefeitura, que prometeram analisar as demandas e encaminhar soluções emergenciais.

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira (26) um projeto de lei que permite o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores de mulheres e reforçar o cumprimento de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. A proposta prevê que, em caso de aproximação indevida, a vítima e a polícia sejam alertadas em tempo real.

A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), destacou que muitas mulheres morrem mesmo sob proteção judicial e defendeu o uso de todos os mecanismos possíveis para evitar o feminicídio. A senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) reforçou que o monitoramento pode ser feito por diferentes dispositivos eletrônicos, como pulseiras e celulares.

O objetivo é formar novos atletas e desenvolver habilidades sociais, emocionais e educacionais de crianças e adolescentes O ídolo do futebol brasileiro Arthur Antunes Coimbra, o Zico,  esteve em Londrina (PR) nesta segunda-feira (24) para revelar a chegada do projeto Zico 10 na cidade, em parceria com o Colégio Marista Londrina. Com 150 vagas, sendo uma a cada duas matrículas para bolsistas, a iniciativa visa unir esporte e educação para proporcionar uma nova perspectiva de transformação social aos jovens da região. 
O Zico 10 já atua em outros municípios, mas essa é a primeira vez que ele acontecerá em parceria com um colégio. Além de aulas de futebol, os participantes também terão aulas de reforço das disciplinas de português e matemática, o que intensifica as conexões entre esporte e educação. 
​​O Colégio Marista Londrina acredita no poder transformador do esporte e no seu papel na formação de cidadãos. Desta forma, a parceria tem um forte viés social. A seleção dos alunos bolsistas será feita pelo projeto, o que ampliará as oportunidades de desenvolvimento para crianças e adolescentes de diferentes contextos sociais,  na faixa etária de 8 a 16 anos.
De acordo com o Zico, o Colégio está mais que preparado para receber as crianças e adolescentes apaixonados por futebol e esporte. “Ter uma escola educacional e uma escola de futebol trabalhando juntas é a nossa particularidade. E como se não bastasse, o Colégio Marista Londrina tem uma estrutura espetacular que facilitará os processos de aprendizagem de futebol e das matérias agregadas”, afirma o craque.  Essa parceria representa não apenas a união de duas instituições de renome, mas também um compromisso com a juventude, oferecendo oportunidades de aprendizado com profissionais qualificados e uma metodologia de sucesso. Ela também valoriza a inclusão social, assegurando que o esporte seja acessível a todos, e promove valores como respeito, disciplina e trabalho em equipe. Para o  diretor do Colégio, Adriano Brollo, essa iniciativa marca a história do Marista."Acreditamos que a união do esporte com a educação é uma das formas mais poderosas de transformação social. Então, esse momento é de grande importância para nós, pois reforça o nosso compromisso com a formação integral dos das novas gerações e com a promoção de valores que vão além da sala de aula, como a inclusão, o respeito e a cidadania”, destaca.  Embora as aulas aconteçam nas dependências do Colégio Marista Londrina, o projeto é aberto para toda a comunidade, ou seja, qualquer criança ou adolescente podem ser matriculados. As aulas acontecerão em diversos horários, três vezes por semana, sendo duas aulas semanais de futebol e uma de português e matemática. 
Os materiais são adaptados de acordo com cada idade , tudo para garantir que eles tenham sucesso logo nas primeiras aulas e motivem-se a permanecer e evoluir no projeto, superando os desafios propostos no dia a dia. Essa metodologia permite ensinar o melhor caminho para que possam aprender e desenvolver os fundamentos básicos do futebol e todos os benefícios que o esporte pode proporcionar.
As matrículas estarão abertas a partir do dia 28 de abril, pelo whatsapp: (43)99609-0505.  Os Colégios Maristas estão presentes em 18 estados e no Distrito Federal com 63 unidades. Os mais de 80 mil estudantes recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica alinhada aos desafios contemporâneos. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Os Colégios Maristas fazem parte do Marista Brasil, uma rede de colégios e escolas presente em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal que atende mais de 97 mil crianças, jovens e adultos. Saiba mais em: maristabrasil.org/

O TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná) determinou, em uma liminar da última segunda-feira (24), a interdição do prédio da Scafar (Seção de Assistência Farmacêutica) de Londrina, localizado na BR-369. As péssimas condições estruturais do imóvel, que é utilizado pela 17ª Regional de Saúde como um depósito de medicamentos, foram denunciadas pelo SindSaúde (Sindicato dos Servidores da Saúde do Paraná), que reclama da falta de manutenção.

 

Trata-se de um recurso apresentado pela entidade sindical após a ação civil pública que buscava a interdição do espaço ter sido indeferida em primeira instância.

O imóvel pertence à UEL (Universidade Estadual de Londrina), mas há cerca de dez anos foi cedido à Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). É onde ficam armazenados remédios, vacinas e outros insumos destinados aos 21 municípios que são atendidos pela 17ª Regional de Saúde.

De acordo com o SindSaúde, os problemas estruturais, que trazem risco para os trabalhadores que atuam no local e para os materiais armazenados - alguns de alto valor -, são conhecidos da Sesa. Uma vistoria da Defesa Civil em fevereiro de 2024 interditou alguns espaços e indicou ao governo do Estado a necessidade de intervenção; em dezembro, um novo laudo constatou que a situação era a mesma.

A FOLHA teve acesso a imagens que demonstram alguns dos problemas: infiltração em várias salas e registro de água escorrendo pela caixa de distribuição de energia; interdição da área próxima a uma caixa d’água e de um corredor cujo reboco do teto está caindo; e uma sala que está interditada há meses, devido ao risco que oferece às equipes. O sindicato também aponta a necessidade de uma inspeção sanitária na Scafar.

 

No processo, o governo do Estado afirmou estar tomando as providências para regularizar a situação, tendo feito o deslocamento do estoque de medicamentos potencialmente em risco para uma outra área. Mas, na avaliação da desembargadora Astrid Maranhão de Carvalho Ruthes, relatora do processo, não foram apresentadas provas que comprovem essas ações.

 

“A situação encontra-se estagnada a mais de um ano sendo, portanto, necessária a intervenção do Poder Judiciário para determinar interdição e realocação dos servidores e medicamentos por medida de cautela e para a segurança de todos”, diz a desembargadora. Ela também reconheceu, a partir das provas apresentadas pelo sindicato, a precariedade do local.

 

Com a decisão liminar, a 17ª Regional de Saúde deverá providenciar a interdição do prédio público e a realocação dos servidores, trabalhadores, medicamentos e insumos.

 

Em uma nota publicada em seu site, o SindSaúde disse que o Tribunal "reconheceu a urgência da situação, destacando a precariedade das instalações elétricas e estruturais e a inércia prolongada das autoridades responsáveis em resolver o problema".

 

"Com a decisão, as/os profissionais, medicamentos e insumos deverão ser imediatamente realocados para um local seguro, preservando a segurança e a saúde dos envolvidos", completa e entidade sindical.

 

A reportagem solicitou à Sesa uma posição sobre o cumprimento da liminar e a realocação dos trabalhadores e dos medicamentos e insumos. Até o fechamento deste texto, não houve resposta.

 

O Lago Igapó II, localizado em Londrina, enfrenta sérios problemas devido ao esvaziamento causado pelo rompimento de uma comporta na Avenida Higienópolis, ocorrido em janeiro deste ano. Esse incidente resultou na redução significativa do nível da água, levando à morte de peixes e mexilhões, o que tem causado mau cheiro nas áreas próximas às margens do lago.Tarobá+1Bonde. 

Para mitigar o problema, a Prefeitura de Londrina, em colaboração com diversas secretarias, implementou medidas paliativas, como a instalação de bags (sacos de areia) pesando mais de 1 tonelada cada, visando estancar o vazamento. Essas ações resultaram em um aumento de aproximadamente 6 centímetros no nível da água nas últimas 12 horas. Contudo, o nível ainda permanece cerca de 30 centímetros abaixo do normal, e não há previsão definida para a normalização completa da situação.

As autoridades municipais estão avaliando soluções definitivas para o problema, incluindo o possível conserto da comporta rompida. Entretanto, devido à complexidade e aos custos envolvidos, ainda não há um cronograma estabelecido para o início das obras. 

A situação do Lago Igapó II continua sendo monitorada pelas autoridades competentes, com o objetivo de restaurar seu nível adequado e preservar o ecossistema local.

O temporal que atingiu Londrina nesta terça-feira (25) provocou quatro quedas de árvores e arrancou o toldo em frente ao Centro Pop, unidade de assistência social que promove atividades para pessoas em situação de rua. Também devido à chuva, o abastecimento de água está prejudicado  em bairros da zona sul.

 

Na Rua Senador Souza Naves, entre a Avenida Juscelino Kubitscheck e Raposo Tavares, uma árvore caiu sobre um estacionamento e um veículo. A via foi fechada provisoriamente por moradores com sinalização para não seguir no sentido da rua e, até as 8h30, permanecia bloqueada por agentes da CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) porque um fio de alta tensão estava caído e energizado. 

Também no Centro, outra queda de árvore provocou a interdição total da Rua Pará, entre as ruas Mato Grosso e Senador Souza Naves. Na Rua MArco Polo, no bairro Aeroporto (zona leste), a árvore atingiu a fiação elétrica e provocou bloqueio parcial. Já na Rua Capitão Pedro Rufino, no JKardim Europa, a árvore também causou estrago na rede elétrica, mas o bloqueio foi total. 

Segundo o levantamento da Defesa Civil, o temporal trouxe ventos de 28,8 km/h, com rajadas de vento que chegaram a 75,9 km/h. A precipitação acumulada foi de 22 milímetros.

De acordo com a Sanepar, houve queda de energia em uma das unidades do sistema distribuidor de água após o temporal.  A situação perdurou por algumas horas da madrugada. A unidade voltou a ser operada e a expectativa é que a normalização da distribuição de água ocorra gradativamente ao longo da manhã.

 

Os principais bairros afetados são os jardins Tarobá 1 e 2, Ponte Seca, Parque Ouro Branco, Jardim Atlanta, Parque das Indústrias, Jardim Maravilha, Helmut, Baher, Parque Industrial, Kiugo Takata, Jardim Lagoa Dourada, Jardim Monte Belo, Conjunto Habitacional João Batista, Jardim Neman Sahyun, Res. José, Bastos de Almeida, Jardim Vale Azul , Residencial Café Cereja, Conjunto Habitacional São Lourenço, Jardim Franciscato 1 e 2, Jardim Itapoã, Jardim Novo, Jardim Peroba e Novo Perobal , Jardim Jatobá, Jardim Santa Joana, Parque Residencial Campos Elísios, Residencial Nova Vida, Conjunto Habitacional União da Vitória do 1 ao 5, Jamile Dequech, Monte Carmelo, Jardim Nova Esperança , Jardim Buriti, Jardim Cristal 1 e 2, Piazentin e chácaras Bela Vista e Mussashino.

 

Caminhões-pipas estão auxiliando no abastecimento e atendendo clientes sensíveis, como unidades de saúde e escolares, conforme a necessidade.

A máquina de separação de café instalada no barracão onde será construído o terminal metropolitano de Londrina, na Avenida Leste Oeste, começou a ser retirada nesta segunda-feira (24), com previsão de conclusão dos trabalho em até dois dias. O equipamento está sendo transportado para a sede da SRP (Sociedade Rural do Paraná), onde ficará exposto devido ao valor histórico para a cidade, mas a montagem no novo local só deve começar depois da ExpoLondrina.

 

Segundo o chefe de gabinete da Amep (Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná), Rodrigo Rodrigues da Silva, a extração será feita por meio de guindaste, devido às dimensões e peso, e, para isso, foi necessário retirar a cobertura do antigo galpão da Intercontinental, empresa que fazia o transporte do produto.

Prevista e autorizada desde janeiro, a transferência da máquina selecionadora de café começou na segunda com a retirada da cobertura do galpão. A manobra foi necessária para içar partes do equipamento do prédio até uma carreta, que o leva para a sede da SRP.

Na manhã desta terça (25), parte do primeiro módulo chegou ao recinto da Rural e a segunda parte estava prevista para a tarde do mesmo dia. “Acredito que, em dois dias, esteja tudo aqui”, afirma o presidente da entidade, Marcelo El Kadre.

Ele afirma que o trabalho precisa ser feito meticulosamente para que não se perca nenhuma peça. “É um ato cirúrgico desmontar, porque a máquina é preservada e tem muito detalhe, muitas peças. Se fizermos com pressa, podemos perder alguma coisa”, afirma o presidente, que contou que foi necessário contratar empresa especializada de fora de Londrina para executar o desmonte e remonte.

 

O equipamento foi adquirido pelo governo do Paraná junto com o prédio, adquirido para a construção do terminal metropolitano em 2024. Como não houve interesse do antigo proprietário em ficar com ela, o governo doou para a SRP. O chefe de gabinete da Amep afirmou que, assim que o maquinário for retirado, terá início a demolição do prédio.

 

A exposição dela, entretanto, deve demorar mais um tempo. Segundo El Kadre, os módulos serão envelopados até que seja construído um anexo ao museu da SRP, onde permanecerá para visitação. O projeto está pronto e, segundo o presidente, as obras devem ser rápidas, mas, só devem começar após a ExpoLondrina 2025. 

 

“Londrina começou com o café, fomos a capital mundial [do produto]. Londrina tem essa pujança hoje por conta dessa história, que é importante ser preservada para que a população de hoje saiba como chegou o progresso, por meio de uma máquina que nos trouxe a riqueza e o título de capital mundial”, diz El Kadre. 

 

O barracão onde operou a Intercontinental foi construído na década de 1960 e tem habite-se desde 1963, segundo histórico produzido pelo Ippul (Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Londrina). No estudo em relação à construção do futuro terminal metropolitano, o órgão considera que o terreno, “além de localização estratégica do ponto de vista logístico por ser vizinho ao Terminal Urbano e favorecer a integração”, reforça a representatividade da relação da edificação com o eixo da antiga ferrovia e a importância para a logística da produção cafeeira dos anos 1960 em Londrina.

 

No mesmo documento, o Ippul sugere a execução de estudos que considerem as vantagens da conservação e utilização do barracão como parte do terminal, ou, no caso da demolição, que sejam preservados os módulos estruturais onde a máquina está localizada, para que sirva de contextualização de seu uso por meio de visitação pública. “O fato de possuir um exemplar desses barracões é uma grande oportunidade de construir um equipamento de tal importância metropolitana com muito significado e valor histórico e afetivo agregado, apresentando Londrina e o norte do Paraná aos cidadãos de diversas cidades que chegarão a Londrina por este Terminal.”

O Paraná recebeu nesta segunda-feira (24) 332 mil vacinas contra a gripe, destinadas para o início da campanha de reforço da vacinação para o público-alvo. A ação será mantida ao longo do ano, indo além das campanhas sazonais, já que agora foi incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação.

 

O imunizante, entregue pelo Ministério da Saúde, deve ser aplicado em crianças a partir de seis meses até menores de seis anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.

As doses foram entregues à Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) e estão armazenadas no Cemepar (Centro de Medicamentos do Paraná). A distribuição às Regionais de Saúde deve iniciar quinta-feira (27).

Para os demais grupos prioritários, a vacinação contra a Influenza seguirá no modelo de campanha, o que inclui trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, dentre outros.

“Vacinar-se contra a gripe é um ato de proteção individual e coletiva. Receber a vacina auxilia na redução de complicações, das internações e da mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus influenza na população-alvo”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

 

Ao todo, no Paraná, a estimativa é de vacinar 4.931.410 pessoas. A meta é atingir, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários para vacinação de rotina contra influenza: crianças, gestantes e idosos com 60 anos e mais.

 

As vacinas influenza trivalentes utilizadas neste ano deverão apresentar três tipos de cepas de vírus em combinação:  A/Victoria (H1N1), A/Croatia (H3N2) e B/Austria (B/linhagem Victoria). Cada frasco contém 10 doses de 0,5ml e pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação e com outros medicamentos.

 

Recomenda-se adiar a aplicação caso a pessoa apresente quadro de doenças febris agudas, moderadas ou graves, e/ou caso confirmado de Covid-19 (RT- PCR e TR Ag).

 

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