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A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) abriu nesta segunda-feira (3) as inscrições para o credenciamento de vendedores ambulantes interessados em montar pontos de venda no entorno do Lago Igapó II durante o evento Londrinatal. As inscrições seguem até a próxima sexta-feira (7), e os espaços poderão ser utilizados entre 16 de novembro e 10 de janeiro de 2026.

Serão disponibilizados 23 pontos de venda, demarcados na Rua Professor Joaquim de Matos Barreto, entre a Avenida Higienópolis e a Rua Tijuca. Será permitida a venda de alimentos, bebidas e produtos diversos, como artesanatos, souvenires e brinquedos. Do total de vagas, 10 serão destinadas a carrinhos manuais, 7 a food-trucks e trailers, e 6 a tendas e barracas.

A definição dos pontos será feita por sorteio público no dia 11 de novembro, às 9h, na sede da CMTU. A retirada das autorizações deverá ser feita nos dias 13 e 14 de novembro, mediante o pagamento das taxas obrigatórias — R$ 939,86 para barracas, tendas e carrinhos, e R$ 1.605,72 para food-trucks e trailers. Cada pessoa física ou jurídica poderá obter apenas uma permissão.

De acordo com a gerente de Fiscalização de Posturas e Cidade Limpa da CMTU, Rosária Reis, haverá fiscalização diária, com reforço nos fins de semana e feriados, em parceria com a Guarda Municipal. Irregularidades podem resultar em multa, que varia de R$ 712,50 a R$ 28.500, além da apreensão de produtos e revogação da licença.

Reis também destacou que só será permitida a venda de alimentos com autorização da Vigilância Sanitária, emitida em nome do próprio vendedor, e que os produtos comercializados devem seguir exatamente o que estiver descrito na autorização.

A forte chuva do fim de semana causou transtornos em Londrina e região, com registro de alagamento na Estrada do Limoeiro e cinco quedas de árvores, segundo a Defesa Civil. Uma das árvores caiu sobre o muro do CMEI Marli Marques Agostinho, no distrito de Guaravera, mas as aulas seguiram normalmente nesta segunda-feira (3).

O coordenador adjunto da Defesa Civil, Cilson de Lima Júnior, explicou que a estrada, por ser rural, não possui drenagem adequada, o que causou o acúmulo de água. A prefeitura informou que o problema já foi controlado e que equipes da Secretaria de Obras devem voltar ao local para avaliação.

Apesar do acumulado de 67,4 mm de chuva, o volume foi distribuído ao longo do período, evitando danos maiores. Os ventos chegaram a 40 km/h em Londrina, menos intensos que em outras cidades do Estado. A Defesa Civil alerta para novas chuvas nesta segunda, ainda que mais fracas, e orienta que, em caso de emergências, a população acione o número 199.

O mês de novembro começará com tempo chuvoso e temperaturas amenas no Paraná, segundo o Simepar, por causa da oscilação Antártica, que mantém a passagem de frentes frias pelo Estado. No primeiro fim de semana (1º e 2), há previsão de chuvas intensas, raios, ventos de até 70 km/h e possível granizo, principalmente nas regiões Oeste, Noroeste, Norte, Centro e Campos Gerais.

O sol deve retornar a partir do dia 4, e a segunda quinzena do mês deve ter mais dias secos e quentes, com aumento gradual das temperaturas.

Historicamente, novembro tem menos chuva que outubro, com médias que variam de 75 mm a 225 mm, conforme a região. As temperaturas médias oscilam entre 16°C e 26°C, sendo mais baixas no Sul e Campos Gerais e mais altas no Norte e Noroeste, onde os termômetros podem passar dos 30°C em vários dias consecutivos.

 
 

Um acidente envolvendo dois carros e um caminhão interditou parcialmente a avenida Dez de Dezembro, em Londrina, na tarde desta sexta-feira (31). A colisão ocorreu em frente ao Parque Arthur Thomas e deixou uma pessoa ferida, encaminhada ao Hospital Zona Norte.

Os veículos — um HB20, um Renault Scénic e um caminhão de entrega — seguiam no sentido Sul quando colidiram. O Renault Scénic teve a parte frontal destruída. A CMTU organizou o trânsito, e a via foi liberada por volta das 16h10, após a remoção dos veículos e a limpeza do óleo derramado na pista. As causas do acidente ainda não foram informadas.

A Receita Federal apreendeu cerca de R$ 700 mil em mercadorias contrabandeadas e descaminhadas durante uma operação realizada na Rodoviária de Londrina, entre a noite de quinta (30) e a madrugada de sexta (31). A ação fez parte da Operação Fronteiras, voltada à fiscalização de ônibus vindos do Paraguai, especialmente de Foz do Iguaçu e Guaíra.

Entre os produtos retidos estavam perfumes árabes, cigarros paraguaios e roupas falsificadas de origem peruana. A operação ocorreu sem incidentes ou prisões e contou com 12 servidores de unidades da Receita Federal de Londrina, Foz do Iguaçu, Florianópolis, Chapecó e Curitiba.

Um homem e uma mulher, ambos de 27 anos, foram presos no início da noite de terça-feira (28) no Centro de Londrina, após serem flagrados com produtos furtados de uma loja e uma porção de crack. A abordagem ocorreu por volta das 18h30, na esquina das ruas Rio Grande do Norte e Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar (PM), equipes faziam patrulhamento na região depois de serem acionadas para atender uma ocorrência de luta corporal em via pública. Durante as buscas, os policiais encontraram o casal, que foi apontado por populares como responsável por um furto ocorrido minutos antes em um estabelecimento comercial.

Com os suspeitos, foram localizados diversos produtos ainda com etiquetas da loja, além de ferramentas utilizadas em furtos, como alicate e chave micha, e cerca de 3 gramas de crack.

Diante das evidências, os dois receberam voz de prisão e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. Os itens furtados foram recuperados e as ferramentas, apreendidas.

 
 

A Operação Contenção, realizada na terça-feira (28) pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, deixou 119 mortos, sendo 115 civis e quatro policiais. O balanço foi atualizado nesta quarta-feira (29) pelo secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, durante entrevista coletiva.

Autoridades informaram que o número de vítimas ainda pode aumentar e afirmaram que as mortes ocorreram em confrontos, alegando que “quem reagiu, morreu; quem se entregou, foi preso”.

Prisões e apreensões

No total, 113 pessoas foram presas, incluindo 33 foragidos de outros estados, além de dez adolescentes encaminhados a unidades socioeducativas. A operação contou com 2,5 mil agentes e foi a maior do Rio de Janeiro nos últimos 15 anos.

Foram apreendidas 118 armas, entre elas 91 fuzis, além de drogas cuja quantidade ainda está sendo contabilizada — a polícia estima que sejam toneladas.

“A polícia não entra atirando”

Ao ser questionado sobre o elevado número de mortos, Curi negou que a ação tenha sido uma chacina.

“A polícia não entra atirando, entra recebendo tiro. A operação estava planejada. O resultado quem escolheu não foi a polícia, foram eles”, declarou.

Ele defendeu que a ação foi uma “operação legítima do Estado”, voltada ao cumprimento de 180 mandados de busca e apreensão e 100 mandados de prisão, sendo 30 deles expedidos no Pará, estado que atuou em parceria com o Rio.

“Foi o maior baque que o Comando Vermelho sofreu, com grande perda de armas, drogas e lideranças”, completou.

Críticas e denúncias

A operação foi amplamente criticada por moradores, organizações nacionais e internacionais, além de especialistas em segurança pública, que classificaram o episódio como um “massacre”. Denúncias relatam que a população ficou exposta a intensos tiroteios que fecharam vias, escolas, comércios e postos de saúde em diferentes regiões da cidade.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos, apenas oito pessoas são consideradas vítimas da operação — quatro policiais mortos e quatro civis feridos sem gravidade.

“A alta letalidade era previsível, mas não desejada. Os demais mortos eram criminosos que optaram por não se entregar”, afirmou.

Cenas de horror na Penha

Na madrugada e manhã de quarta-feira, moradores e familiares recolheram corpos deixados na mata e os reuniram em uma praça no Complexo da Penha. Questionado sobre a falta de socorro e a retirada dos corpos, Victor dos Santos disse que a polícia desconhecia a existência dessas vítimas.

“Muitos são baleados e entram na mata em busca de ajuda”, justificou.

As autoridades informaram que parte da operação ocorreu em área de mata para evitar riscos à população civil. Imagens exibidas na coletiva mostraram o uso de câmeras corporais, mas parte dos registros pode não ter sido feita devido à duração da ação e à falta de bateria dos equipamentos.

Apesar das justificativas oficiais, movimentos sociais e defensores dos direitos humanos afirmam que a operação representa a maior tragédia policial já registrada no estado, e cobram investigação independente sobre o caso.

Uma parceria entre a Prefeitura de Londrina e o Hospital Vascular permitiu zerar a fila de espera por cirurgias de varizes no município. De janeiro a outubro deste ano, cerca de sete mil pacientes foram atendidos e 1.274 passaram pelo procedimento cirúrgico, incluindo 120 pessoas com mais de 80 anos.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29) pelo diretor administrativo do Hospital Vascular, cirurgião Rodrigo Gomes, que destacou que as varizes afetam cerca de 30% da população, sendo mais comuns em mulheres acima dos 40 anos. A doença é também a décima principal causa de afastamentos do trabalho.

Segundo o médico, alguns pacientes aguardavam o procedimento há mais de nove anos. Ele explicou que um dos principais motivos da demora é o medo do tempo de recuperação, que no modelo convencional pode chegar a 30 dias.

Cirurgia a laser

No Hospital Vascular, o tratamento é feito de forma minimamente invasiva, com uso de laser, o que reduz o período de repouso para apenas dois dias. “Oferecemos aos pacientes do SUS o mesmo padrão de atendimento dos particulares, com tecnologia de ponta e toda a expertise da equipe”, ressaltou Gomes.

Entre as cirurgias realizadas, 120 foram em idosos acima dos 80 anos, grupo que exige cuidados especiais devido a possíveis complicações da doença.

Semana da Trombose e exames gratuitos

Durante o evento, Gomes também alertou para a trombose, uma das complicações das varizes e responsável por mais mortes que o câncer de mama, a aids e os acidentes de trânsito juntos. Para reforçar a prevenção, o hospital anunciou a doação de 100 check-ups vasculares gratuitos ao município.

Os principais sinais da trombose são inchaço, dor e vermelhidão local, e pessoas com hipertensão, diabetes ou colesterol alto devem procurar avaliação médica.

Atendimento mais ágil

Com o fim da fila, pacientes que buscam atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) agora conseguem uma consulta especializada em até 60 dias, e, se necessário, realizam a cirurgia em até 90 dias.

Gomes destacou que o Hospital Vascular pretende seguir como um “pilar estratégico” do SUS em Londrina e que o mutirão foi apenas o primeiro passo. “A gente tem confiança de que não vai parar”, afirmou.

Novas parcerias

A secretária municipal de Saúde, Vivian Feijó, confirmou que o contrato com o hospital continua vigente e que o município busca ampliar as parcerias com outras instituições. “Os resultados para a população são muito positivos”, disse.

O prefeito Tiago Amaral (PSD) ressaltou a importância da cooperação entre o poder público e a iniciativa privada. “O SUS precisa de parceiros. Quando todos trabalham juntos, a saúde da população avança”, declarou.

Recuperação e gratidão

Entre os pacientes beneficiados está Luiz Vicente Verillo, de 74 anos, que aguardava pela cirurgia há mais de três anos. Recuperando-se bem, ele afirma estar “feliz e sem dor” e elogia o atendimento da equipe, que classificou como “de primeira”.

Verillo contou que, antes da cirurgia, chegou a sentir fortes dores nas pernas durante uma viagem ao Santuário de Aparecida (SP). Agora, planeja retornar ao local para agradecer, assim que concluir o período de repouso.


Quer que eu reestruture esse texto em formato de matéria jornalística para site (com subtítulos, aspas e lead mais enxuto) ou para rádio (com linguagem mais oral e direta)?

O que deveria ser um espaço de descanso e homenagem à memória de entes queridos tem se transformado em alvo constante de vandalismo. Cemitérios de Londrina vêm sofrendo com furtos e depredações, especialmente o Cemitério Jardim da Saudade, na zona norte da cidade. De acordo com a Acesf (Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina), ao menos 70 túmulos foram violados nos últimos dois meses.

O superintendente da Acesf, Péricles Deliberador, informou que todos os casos foram registrados em boletins de ocorrência e que a população também foi orientada a denunciar. Ao caminhar pelo local, é possível ver as marcas dos crimes: peças arrancadas, fotos e nomes desaparecidos — lembranças levadas para o comércio ilegal de metais.

Para tentar evitar novos furtos, muitos visitantes vêm substituindo o bronze por materiais sem valor comercial. É o caso do aposentado Matheus Faria, de 76 anos, que trocou as placas de identificação no jazigo da esposa e dos pais. “A gente queria fazer algo bonito, mas se coloca bronze eles levam embora”, lamenta. O pedreiro Juari José de Oliveira, 46, também teme pelos túmulos da família. “Não é barato e causa um desconforto. Muita gente está optando por deixar tudo o mais simples possível”, diz.

Segundo Deliberador, a Guarda Municipal de Londrina realiza rondas diárias, inclusive à noite, nos cinco cemitérios urbanos e nos oito dos distritos. Os agentes têm acesso aos espaços mesmo fora do horário de visitação. Atualmente, apenas o Cemitério São Pedro, na região central, possui sistema de monitoramento por câmeras, mas a expectativa é que os demais também recebam o equipamento no próximo ano, com imagens ligadas diretamente à central da GM.

O superintendente destaca que o problema está ligado, sobretudo, aos receptadores — pessoas que compram o material furtado. “Se não existissem compradores, esses crimes não aconteceriam”, afirma. As peças de bronze com nomes, datas e fotos são as mais visadas, e o quilo do metal pode chegar a R$ 50.

Quando o material é recuperado pela polícia, as famílias são informadas e podem recolocar as placas. Segundo Deliberador, os criminosos agem rapidamente: “Durante o dia, escondem as peças, e à noite voltam para buscar.” O Jardim da Saudade tem mais de 125 mil metros quadrados, com muros de mais de dois metros de altura.

Ele reconhece que o furto de peças não causa apenas prejuízo material, mas também emocional. “Mexe com a história da família. É uma agressão à memória dos que já se foram”, lamenta.

Desde a instalação de câmeras, os furtos diminuíram consideravelmente no São Pedro, mas casos isolados ainda são registrados. No entanto, o Jardim da Saudade continua sendo o mais afetado.

Deliberador defende que a Polícia Civil intensifique as investigações para identificar e punir os receptadores. Segundo ele, alguns criminosos chegaram a ser presos em flagrante pela Guarda Municipal nas últimas semanas, mas foram liberados pela Justiça. “Eles voltam às ruas e continuam furtando”, afirma.

A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil e a Guarda Municipal, que ainda não se manifestaram sobre o caso.

Dois sistemas meteorológicos devem influenciar o tempo no Paraná ao longo desta semana. A interação entre uma frente fria que avança pelo oceano e um sistema de baixa pressão que se forma sobre o Paraguai deve manter o céu encoberto, reduzir as temperaturas e provocar chuvas em todas as regiões do estado.

Segundo o meteorologista Samuel Braun, do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), a combinação desses fenômenos aumenta o fluxo de umidade tanto do oceano quanto da Amazônia. “A frente fria traz umidade para a faixa Leste, entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral, enquanto o sistema de baixa pressão favorece o ingresso de umidade amazônica no interior do Paraná”, explicou.

A frente fria começou a atuar no estado no sábado (25), registrando volumes abaixo de 20 mm principalmente nas regiões Oeste e Noroeste. No domingo (26), os maiores acumulados de chuva foram observados em Campo Mourão (51 mm), Nova Tebas (36,8 mm), Altônia (34,8 mm), Campina da Lagoa (33,6 mm) e Cruzeiro do Iguaçu (30,2 mm).

Com as precipitações do fim de semana, Altônia ultrapassou a média histórica de chuva para outubro — que é de 215,9 mm —, acumulando 252,6 mm no mês. Outras cidades, como Cornélio Procópio, Guaíra, Maringá e Paranaguá, já haviam atingido a média antes mesmo do fim do mês.

Nesta segunda-feira (27), a previsão indica chuva ocasional em todo o Paraná, com pancadas mais intensas entre a tarde e a noite na Região Metropolitana de Curitiba e no Litoral. No interior, o tempo permanece abafado, com temperaturas chegando a 28°C no Norte.

Na terça-feira (28), as instabilidades aumentam em todo o estado e a chuva pode ocorrer a qualquer momento. “Há risco maior de tempestades devido à circulação de ventos em diferentes níveis da atmosfera, que favorece a formação de áreas de chuva. No Oeste, Sudoeste, Noroeste e Campos Gerais, o risco de rajadas fortes de vento é menor, mas não se descarta a ocorrência de granizo”, destacou Braun.

No Leste, as temperaturas devem permanecer baixas e a chuva persistirá em vários momentos do dia. Na quarta-feira (29), o céu continua nublado e a chuva segue isolada. No interior, o clima fica abafado, com máximas próximas de 28°C no Oeste e Noroeste, enquanto no Leste as máximas ficam em torno de 20°C.

Entre quinta e sexta-feira (31), a instabilidade diminui, e as chuvas passam a ocorrer de forma isolada. As temperaturas caem um pouco no Centro-Sul, Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba, com mínimas entre 10°C e 12°C.

O Simepar, que monitora as condições meteorológicas por meio de 120 estações automáticas, três radares e cinco sensores de descargas atmosféricas, fornece informações para órgãos como a Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, auxiliando nas ações preventivas e de resposta a eventos climáticos extremos.

A previsão detalhada para os 399 municípios do Paraná pode ser consultada no site www.simepar.br, com atualizações duas vezes ao dia, incluindo dados de temperatura, umidade, vento e volume de chuva hora a hora.

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