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Londrina abre teste seletivo para contratação de educadores do Projovem Urbano
17 Nov

Londrina abre teste seletivo para contratação de educadores do Projovem Urbano

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A prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), abriu um teste seletivo voltado à contratação temporária de educadores para atuar no Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem Urbano, cuja próxima edição terá início em fevereiro de 2023. Serão contempladas, pelo processo, as especialidades de Educador do Ensino Fundamental I – EJA Língua Portuguesa e Inglesa, Educador do Ensino Fundamental I – EJA Matemática, Educador do Ensino Fundamental I – EJA Ciências Humanas, Educador do Ensino Fundamental I – EJA Ciências da Natureza, Educador de Qualificação Profissional para Formação Técnica Geral – FTG & Formação Técnica Específica – FTE e Educador de Participação Cidadã.

Para cada área, será destinada inicialmente uma vaga, e formado cadastro de reserva. Todas as informações relativas ao processo estão disponíveis no edital no 176/2022, publicado na edição 4.769 do Jornal Oficial do Município, a partir da página 14.

De acordo com a secretária municipal de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, os profissionais contratados desempenharão um papel fundamental para a realização das atividades do Projovem Urbano. “Trata-se de uma iniciativa realizada como parte da modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), voltada a jovens com idade entre 18 e 29 anos que ainda não concluíram o Ensino Fundamental. Através da participação no Projovem, essas pessoas têm acesso não só à conclusão de sua educação, como também atividades de capacitação profissional e ações que contribuem para desenvolver sua cidadania”, afirmou.

As inscrições para o teste seletivo serão abertas hoje às 17h e poderão ser feitas até o dia 1º de dezembro no site da prefeitura. Para todos os cargos, há uma taxa de inscrição de R$ 38,00, sendo que podem requerer isenção, até as 17h desta sexta-feira (18), os candidatos que se enquadrem nas categorias de servidores municipais, desempregados, inscritos no Cadastro Único, prestadores de serviço eleitoral ou doadores de sangue, medula óssea e leite materno. Além disso, haverá reserva de 10% das vagas para candidatos afro-brasileiros e 5% para pessoas com deficiência (PcD), que deverão seguir os procedimentos descritos no edital para comprovação dessas condições.

A avaliação dos concorrentes será feita por meio de análise de títulos, e os candidatos deverão realizar a apresentação de seus documentos no dia 11 de dezembro, na Praça de Atendimento da Secretaria Municipal de Fazenda (Avenida Duque de Caxias, 635, piso térreo). Após a divulgação do resultado da análise, programada para ocorrer em 2 de janeiro, os candidatos terão prazo de dois dias úteis para interpor recursos, e a previsão é que o resultado final do teste seja publicado em 16 de janeiro de 2023.

O contrato terá a duração de até doze meses, podendo, excepcionalmente, ser prorrogado uma única vez por até igual período. A jornada de trabalho dos educadores será de 20 horas semanais, e o salário dos profissionais será de R$ 3.428,51.

Créditos: Tem Londrina

Cadastro da matrícula da rede municipal de ensino é divulgado em Londrina
14 Nov

Cadastro da matrícula da rede municipal de ensino é divulgado em Londrina

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A partir desta segunda-feira (14), a Secretaria Municipal de Educação disponibiliza o resultado dos encaminhamentos realizados durante o chamamento escolar para o cadastro da matrícula das crianças de 3 a 6 anos, para estudar no P4, P5 e 1º ano da rede municipal de Londrina. Os pais e responsáveis pelos alunos devem acessar o site da Prefeitura de Londrina para conferir o resultado. Para a consulta, é preciso ter em mãos o número da certidão de nascimento da criança e data de nascimento. Na consulta, o responsável terá acesso à unidade escolar para qual a criança foi direcionada e deverá entrar em contato com essa instituição para agendar a matrícula. A efetivação da matrícula deve ser feita no período de 21 de novembro a 9 de dezembro. A secretária municipal de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, reforçou que os pais e responsáveis pelas crianças precisam participar desse processo, efetivando a matrícula na unidade escolar para qual o aluno foi direcionado, mesmo naqueles casos em que a escola municipal, o Centro Municipal de educação Infantil (CMEI) ou os Centros de Educação Infantil (CEIs) não sejam os desejados pela família. Isso porque essa efetivação garantirá a vaga da criança na rede municipal de ensino para o ano letivo de 2023. “No caso de preferência por outra unidade escolar, desde que respeitando o georreferenciamento, a transferência poderá ser solicitada a partir do dia 23 de janeiro do próximo ano, pelo site da Prefeitura de Londrina”, explicou. As possíveis transferências serão atendidas de acordo com as vagas remanescentes nas demais unidades escolares da rede. Por isso, quem perder o prazo do cadastro dessa semana, somente terá uma nova oportunidade em 23 de janeiro de 2023. A diretora administrativa e de planejamento da SME, Rosana Daliner Acosta Marchese, ressaltou que em caso de os filhos terem sido encaminhados para escolas diferentes, os pais e responsáveis podem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Educação para verificar a situação, pois sempre a SME busca colocar os irmãos na mesma unidade, quando esta oferece os anos adequados para a idade da criança. A partir de quarta-feira (16), quem tiver dúvidas sobre o processo de cadastro ou efetivação das matrículas pode telefonar para o setor de matrícula e documentação escolar da Secretaria Municipal de Educação pelo (43) 3375-0290, 3375-0235, 3375-0102, 3375-0236 e 3375-0237, de segunda a sexta-feira. Devido ao feriado nacional da Proclamação da República, as unidades escolares estarão de recesso nos dias 14 e 15 de novembro. Créditos: Tem Londrina

Quatro colégios estaduais de Londrina serão terceirizados; três são da zona norte
09 Nov

Quatro colégios estaduais de Londrina serão terceirizados; três são da zona norte

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O governo do Paraná anunciou, em outubro, que 27 colégios estaduais serão terceirizados para empresas do setor privado. Em Londrina, a proposta deve abranger quatro unidades: o colégio Rina Maria de Jesus Francovig, localizado no Campo Elíseos; o Roseli Piotto Roehrig (José Giordano); o Olympia Tormenta (João Paz); e o Lucia Barros Lisboa (Manoel Gonçalves, próximo ao Vivi Xavier).

De acordo com o edital, o governo propõe que empresas de educação que queiram concorrer à administração dos colégios comprovem que tenham mais de cinco mil alunos e nota média superior a 550 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Ganha a empresa que tiver a melhor nota.

O estado oferecerá R$ 800,00 por aluno matriculado para suprir gastos com luz, internet, telefone, água e salários de professores concursados. Os colégios estaduais do município de Londrina selecionados somam juntos 3.372 alunos matriculados, o que destinaria ao setor privado um montante equivalente a cerca de R$ 2,7 milhões por mês.

A APP (Associação dos Professores do Paraná) Sindicato já divulgou nota afirmando ser contra a medida "que exclui a comunidade das decisões escolares". Para eles, o "Parceiro da Escola" é "um projeto-piloto para o fim da escola pública".

Voz ativa na administração de um dos colégios de Londrina selecionados pelo governo para a aplicação do projeto, um professor que não quis se identificar afirma que a medida só traz malefícios à sociedade.

"Os estudantes não terão que pagar diretamente, mas o tributo público vai ser superfaturado. Um aluno que custa hoje R$ 400,00 vai para R$ 800,00, podendo chegar a R$ 1.000,00, e com a cabeça corrigida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) anualmente. É um contrato que você percebe a lavagem de dinheiro público", inicia.

Ele ainda conta que pedidos de reformas importantes nos colégios estão sendo facilitadas com a chegada do setor privado, em detrimento da antiga administração regional. "A calçada do entorno [do colégio], a gente já pede há 15 anos. A empresa assumiu, o governo já liberou o dinheiro. Só que o último orçamento da calçada era de R$ 400 mil e agora está em R$ 1,2 milhão. São coisas que não encaixam muito", relata. No edital, o governo explica que, caso a empresa contratada faça alguma obra de infraestrutura nos colégios, o valor de custo de cada aluno será dobrado, podendo chegar, assim, a R$ 1.600,00 por matriculado.

O professor ainda denuncia a maneira como tudo está sendo elaborado. "É um projeto de privatização sem licitação, o que é mais grave ainda. Ele [governador] fala que será feito por capacidade, por mérito, mas serviço público tem que ser licitado. Todo trâmite é passado por um processo licitatório", diz. O edital do "Parceiro da Escola", no entanto, fala que se trata de um "credenciamento de empresas de forma direta", fazendo com que haja uma "inexigibilidade de licitação".

O edital ainda defende que a medida está sendo tomada para corrigir problemas de gestão e de qualidade na educação, que, nas escolas selecionadas, está abaixo do esperado de acordo com o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

Secretaria de Educação se defende

Procurada, a Seed (Secretaria de Educação do Paraná) explicou que "o valor de R$ 800 mensais por aluno foi calculado com base no orçamento e despesas da pasta". De acordo com o orçamento cedido, o estado gastou R$ 10,9 bilhões com os colégios em 2022. Subtraindo gastos que o governo continuará bancando, como convênios e obras, resta um subtotal de R$ 9,86 bilhões em verbas. Esse montante foi divido pelo total de alunos do Paraná, que é de 998.913, chegando, assim, ao valor anual de R$ 9.879,71 por aluno. Dividindo por 12 meses, sobram R$ 823,31, valor próximo ao prometido às empresas.

Sobre a acusação de excluir a comunidade escolar de participar do processo, a Seed afirma que "todos participarão do projeto, tanto antes de sua implementação (em consultas públicas para decidir se opta ou não pela efetivação da parceria) quanto após a implementação, uma vez que o diretor pedagógico será mantido e que a escola e a empresa parceira estarão disponíveis para diálogo com professores, estudantes e pais".

A assessoria de comunicação da Secretaria de Educação ainda ressalta que "o processo de seleção das empresas parceiras é um tipo de licitação — não por preço, uma vez que este já está definido, mas por critérios técnicos, como as notas obtidas no Enem e o número mínimo de cinco mil estudantes matriculados na rede".

Questionada sobre as acusações de obras facilitadas ao setor privado, a Seed diz que "ainda não houve repasse de verbas a nenhuma empresa parceira, visto que o período de credenciamento permanece aberto e a parceria só terá inicio em 2023. As liberações de obras em colégios da rede estadual independem desse projeto e seguem o calendário do Instituto Fundepar".

Créditos: Bonde / Folha de Londrina

Saiba o que pode e o que não pode levar nos dias de provas do Enem
09 Nov

Saiba o que pode e o que não pode levar nos dias de provas do Enem

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Estudantes de todo o país começam a fazer, neste domingo (13), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. Para participar da prova é obrigatório levar um documento oficial de identificação, com foto e caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. É preciso estar atento ao que é permitido no local de prova para não correr o risco de ser eliminado do exame. 

Nas duas últimas edições do Enem, por causa da pandemia de covid-19, o uso de máscara de proteção facial era obrigatório. Agora, o uso continua sendo permitido, mas deixa de ser obrigatório nos estados e municípios onde é liberado em locais fechados. 

De acordo com o edital, para a identificação, os participantes devem apresentar documentos originais, com foto. Entre as identificações aceitas estão a Carteira de Identidade, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o passaporte e a Carteira de Trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. Nesta edição serão aceitos os documentos digitais e-Título, CNH digital e RG digital, desde que apresentados nos respectivos aplicativos oficiais.

A caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, é item obrigatório também para os candidatos do Enem digital, já que a redação será feita em papel e não no computador, como o restante da prova. 

Lanche e água 

Embora não seja obrigatório, é recomendado que os participantes levem lanche, água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato. 

É recomendado ainda que se leve o Cartão de Confirmação da Inscrição. Nele está, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante

Caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, também, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho. 

Itens proibidos 

Os candidatos não podem portar, durante o exame, nenhum dispositivo eletrônico, como telefones celulares, smartphones, tablets, wearable tech, máquinas calculadoras, agendas eletrônicas e/ou similares, gravadores, pendrive, mp3 e/ou similares; alarmes, chaves com alarme ou com qualquer outro componente eletrônico.

Os celulares devem ser desligados, pois se o aparelho eletrônico, ainda que dentro do envelope porta-objetos, emitir qualquer tipo de som, como toque ou alarme, o participante será eliminado do exame.

Também não podem ter em mãos fones de ouvido e/ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. São ainda itens proibidos óculos escuros e artigos de chapelaria, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares; caneta de material não transparente, lápis, lapiseira, borrachas, réguas, corretivos, livros, manuais, impressos, anotações; protetor auricular, relógio de qualquer tipo. 

Esses objetos, caso o estudante leve para o exame, devem ser colocados dentro do envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador, ao ingressar na sala de provas. A Declaração de Comparecimento também deve ser colocada dentro do envelope. O envelope deve ser lacrado e identificado, desde o ingresso na sala de provas até a saída definitiva do local. Caso o participante descumpra essas regras, poderá ser eliminado do exame.

Enem 2022

O Enem será aplicado nos dias 13 e 20 de novembro para cerca de 3,4 milhões de estudantes em todo o país. No primeiro dia, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo, matemática e ciências da natureza. Os locais de prova estão disponíveis no Cartão de Confirmação de Inscrição, na Página do Participante.

O exame seleciona estudantes para vagas do ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Quem está se preparando para o Enem pode acessar todas as provas e gabaritos de edições anteriores no site do Inep, para se preparar para as provas. Para testar os conhecimentos, os estudantes podem acessar gratuitamente o Questões Enem, um banco preparado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne questões de provas de anos anteriores. No sistema, é possível escolher as áreas do conhecimento que se quer estudar. O banco seleciona as questões de maneira aleatória. 

Créditos: Tarobá Londrina

Inscrições do vestibular 2023 da UEL terminam nesta terça-feira
07 Nov

Inscrições do vestibular 2023 da UEL terminam nesta terça-feira

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As inscrições para o vestibular 2023 da Universidade Estadual de Londrina (UEL) terminam nesta terça-feira (8), às 17h. O concurso está ofertando 2.541 vagas em 52 cursos de graduação. As inscrições custam R$167,00 e devem ser feitas exclusivamente pelo site da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops). No mesmo site, os interessados podem acessar o Manual do Candidato para conferir todas as informações do concurso, como datas, formatos das provas e lista de obras literárias.

Nesta edição, as provas serão aplicadas em duas etapas, sendo a primeira fase em cinco cidades do Paraná: Londrina, Curitiba, Cascavel, Guarapuava e Umuarama. A segunda fase será exclusivamente em Londrina.

Provas

As provas da primeira fase serão aplicadas no dia 5 de março de 2023, com 60 questões de Conhecimentos Gerais (Geografia, História, Filosofia, Artes, Química, Física, Biologia, Sociologia e Matemática). A segunda fase será realizada nos dias 2, 3 e 4 de abril: no dia 2, serão aplicadas questões de Língua Portuguesa e Literatura em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação; no dia 3, haverá prova discursiva de Conhecimentos Específicos; e no dia 4, Prova de Habilidades Específicas para os candidatos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design Gráfico, Design de Moda e Artes Visuais. A prova de Habilidades Específicas do curso de Música será aplicada ainda neste ano, no dia 4 de dezembro, exclusivamente em Londrina.

O resultado do vestibular 2023 e a lista da primeira convocação serão divulgados em 4 de maio, às 12h, no site da Cops.

Créditos: Tem Londrina

Pesquisadores da UEL estão na lista dos mais influentes do mundo
04 Nov

Pesquisadores da UEL estão na lista dos mais influentes do mundo

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As listas de pesquisadores mais influentes do mundo elaboradas pela Universidade Stanford, dos Estados Unidos, trazem nomes conhecidos de alunos, pós-graduandos e servidores da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Publicados pela editora Elsevier, os levantamentos apontam que oito docentes da Universidade estão entre os 100 mil cientistas mais influentes do planeta, o que representa cerca de 2% dos pesquisadores mais relevantes atualmente em todo o mundo. Para chegar ao resultado, informações acadêmicas de cerca de 200 mil cientistas incluídas no Scopus, uma base de dados bibliográficos multidisciplinar, foram analisadas.

Aparecem na lista de cientistas mais influentes de 2021 o docente do Programa de Pós-Graduação em Patologia Experimental (CCB) da UEL Waldiceu Aparecido Verri Junior; e o professor do Departamento de Química (CCE) César Ricardo Teixeira Tarley.

Já a lista que leva em consideração os pesquisadores mais influentes ao longo da carreira traz, além dos já citados, outros seis professores: Suzana Mali de Oliveira (Departamento de Bioquímica e Biotecnologia); Fábio de Oliveira Pitta (Departamento de Fisioterapia); Cláudia Bueno dos Reis Martinez (Departamento de Ciências Fisiológicas); Victor Fattori (Departamento de Patologia Experimental); Rubia Casagrande (Departamento de Ciências Biológicas) e Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro Bracarense (Departamento de Patologia Animal).

A metodologia usada pela Universidade Stanford é baseada em uma métrica de citação padronizada que relaciona o número de artigos publicados por um pesquisador com o número de citações que estes artigos tiveram até o mês de setembro de 2022.

“A pesquisa é uma ferramenta de ensino ativo”

Em meio a uma pausa na exaustiva rotina de trabalho, no Laboratório de Análise de Materiais e Moléculas (Lamm), o farmacêutico bioquímico formado na UEL Waldiceu Aparecido Verri Junior avaliou que ter sido mencionado é um ponto muito importante para a instituição de ensino, “porque desenvolvemos pesquisas com alunos da iniciação científica (IC), mestrado, doutorado e pós-doutorado, ou seja, pessoas que estão em formação”, pondera. “A pesquisa, na realidade, é uma ferramenta de ensino ativo”, explica.

Sempre destacando que o trabalho realizado na Universidade é um processo coletivo, Verri Júnior comenta que a sua principal motivação sempre foi colaborar com a ciência no sentido de, também, acabar com as próprias dúvidas. É este pensamento que busca apoio para motivar seus alunos. “A motivação para quem segue essa carreira, no caso docência e pesquisa, são as suas dúvidas. A pessoa que realmente gosta do que faz, se interessa. É como ler um livro que você não queria ler. É doído, você não consegue terminar nunca. Mas quando é algo que você quer, você desenvolve uma autonomia de raciocínio conforme o que tem na literatura”, avalia.

Após ter concluído a graduação em Londrina, Verri Júnior tornou-se mestre, doutor e pós-doutor pela Universidade de São Paulo (USP). Já no primeiro semestre deste ano, foi premiado com o Nature Research Award for Mentory in Science. Concedido por uma das revistas científicas mais importantes do mundo, a Nature reconhece anualmente o trabalho de cientistas levando em consideração, também, a indicação dos próprios estudantes.

“O mundo está vendo a ciência que estamos fazendo”

“Uma sensação de satisfação muito grande”, diz o docente do Departamento de Química da UEL César Ricardo Teixeira Tarley, professor da área de Química Analítica do Departamento de Química da UEL há 12 anos. Ele explica que a sua área de pesquisa trata do “desenvolvimento de metodologias de análise química, monitoramento e controle de qualidade de amostras”, sintetiza.

Mestre em Química Aplicada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Tarley tornou-se doutor em Ciências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tendo concluído o pós-doutorado em Química Analítica pela instituição em 2005. Desde 2007, Tarley é bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

No entanto, quando questionado sobre qual projeto gosta de falar sobre, Tarley destaca uma pesquisa de Iniciação Científica (IC) considerada “simples”, avalia, realizada enquanto professor da Universidade Federal de Alfenas (Unifal), em Minas Gerais. Nesta ocasião, a equipe conseguiu desenvolver um método de controle de qualidade de medicamentos de uso controlado, como antidepressivos, utilizando um método bastante conhecido, além de equipamentos presentes em boa parte dos laboratórios e produtos muito usados na indústria, como um surfactante encontrado em produtos de limpeza residencial.

“Descobrimos que esse surfactante pode interagir com um fármaco e essa interação faz com que aconteça a precipitação deste fármaco. Então, conseguimos fazer uma determinação turbidimétrica deste fármaco e este reagente é muito barato. Esta foi a ideia: desenvolver um método para quantificar o medicamento na formulação”, explica.

Para ele, estar entre os pesquisadores mais influentes segundo a Stanford University representa uma grande satisfação em poder contribuir com a ciência, “mas, principalmente, com a formação de recursos humanos e com a divulgação do nosso Programa de Pós-Graduação”. “Estes indicadores mostram que estamos fazendo uma ciência de boa qualidade e uma divulgação adequada. Procuramos desenvolver pesquisas que tragam melhorias para a sociedade, no sentido de desenvolver métodos analíticos mais simples, baratos, rápidos e acessíveis. Ficamos felizes que as pesquisas feitas na UEL estão sendo reconhecidas”, conclui.

Créditos: Tem Londrina

UEL oferece curso de português para integração social de refugiados
04 Nov

UEL oferece curso de português para integração social de refugiados

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Com o objetivo de promover a inserção social de imigrantes e refugiados, a Assessoria de Relações Internacionais (ARI) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) está oferecendo um curso de Português como Língua de Acolhimento. Trata-se de uma atividade extensionista, desenvolvida em parceria com o Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (LEM) e a Pró-reitoria de Extensão Cultura e Sociedade (Proex), que vai atender 24 haitianos até o mês de dezembro.

O curso reúne todos os sábados, na Paróquia São Francisco Xavier, em Cambé, estrangeiros que buscam aprimorar habilidades no idioma. A proposta é que o domínio da língua permita a integração dos imigrantes em contextos de trabalho, estudo e lazer, possibilitando o acesso a novas oportunidades.

O curso de Português como Língua de Acolhimento integra as ações do projeto Idiomas Sem Fronteiras Português/UEL, iniciativa vinculada a uma rede nacional de instituições de ensino superior que ofertam atividades formativas para o aperfeiçoamento linguístico em sete idiomas, entre eles o Português para Falantes de Outras Línguas (PFOL).

De acordo com a assessora de Relações Internacionais da UEL e coordenadora do curso, Viviane Bagio Furtoso, “esta é uma experiência muito importante que ratifica que a UEL, em sua estrutura, tem capacidade para cooperar na composição de uma rede de proteção ao migrante para Londrina e região. Para isso, pode oferecer serviços e ações via projetos que desenvolvam a autonomia e a qualidade de vida destas pessoas com o objetivo de integrá-las efetivamente na sociedade brasileira”.

Para 2023, há previsão de oferta do curso para novas turmas de imigrantes e refugiados. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail ari@uel.br.

Créditos: Tem Londrina

Concurso para professores da rede municipal tem mais de 10 mil inscritos
03 Nov

Concurso para professores da rede municipal tem mais de 10 mil inscritos

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A Secretaria Municipal de Recursos Humanos (SMRH) divulgou, nesta terça-feira (1), que o concurso para professor de Educação Básica da rede municipal de ensino contabiliza um total de 10.461 candidatos inscritos. Durante o período de inscrições, encerrado em 26 de outubro, 12.745 pessoas haviam se registrado, dos quais 9.523 pagaram as taxas de inscrição, concluindo o procedimento, e 938 se enquadraram nos critérios previstos para isenção.

De acordo com a secretária municipal de Recursos Humanos, Julliana Bellusci, o número supera as expectativas da pasta. “Nossa estimativa inicial era de que cerca de 4,5 mil pessoas participariam desse concurso público, portanto, a quantidade está muito acima do esperado. Isso mostra que vários docentes têm interesse em trabalhar na rede municipal de Londrina, e o objetivo do concurso é justamente contratar profissionais do mais alto nível”, afirmou.

Através do Edital nº 142/2022, o Município disponibiliza 369 vagas para educadores da rede municipal — função PEB 01. Deste total, 313 são destinadas à ampla concorrência. Também há reserva especial de vagas, sendo 37 voltadas aos candidatos afro-brasileiros e 19 para pessoas com deficiência.

A remuneração inicial dos profissionais será de R$ 4.691,09 e inclui salário básico, complementação salarial, gratificação de magistério, assiduidade e auxílio alimentação. Já a jornada de trabalho semanal abrange carga horária de 30h, com atuação nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Infantil.

Após o término da fase de inscrições, a previsão é que o edital com a lista de inscrições homologadas seja disponibilizado na segunda-feira (7), no portal eletrônico da COPS-UEL, órgão responsável pelo concurso.

O processo seletivo será composto por três avaliações, todas marcadas para o dia 27 de novembro. Os docentes inscritos realizarão provas objetivas e discursivas, de caráter eliminatório e classificatório, além de entrega de documentação referente à entrega de títulos, cuja avaliação também será classificatória.

Créditos: Tem Londrina

Alunos de Londrina ganham medalhas na Olimpíada de Astronomia e Mostra de Foguetes
26 Out

Alunos de Londrina ganham medalhas na Olimpíada de Astronomia e Mostra de Foguetes

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Os alunos da rede municipal de ensino de Londrina estão em clima de comemoração. Isso porque, 121 deles levaram para casa medalhas durante a 25ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e 189 receberam durante a 16ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG). A entrega solene foi realizada no último sábado (22), durante o maior evento de educação do sul do Brasil, o Londrina Mais.

Na OBA, a rede municipal de ensino ganhou 56 com medalhas de ouro, 39 de prata e 26 de bronze. Entre as unidades escolares que mais levaram medalhas para casa estão a Escola Municipal Suely Ideriha somando 31 medalhas, a Escola Municipal Mercedes Martins Madureira com outras 18 e a Escola Municipal Maestro Andréa Nuzzi com 16. Já na Mostra de Foguetes 189 alunos foram premiados, sendo 29 deles com medalhas de ouro, 103 com prata e 57 de bronze. Os alunos da Sala de Recursos para Altas Habilidades e Superdotação, da professora Fabiane Chueire, levaram juntos 52 medalhas. Na sequência, também receberam muitas medalhas a Escola Municipal Maestro Roberto Pereira Panico com 34 e as Escolas Municipais Miguel Bespalhok e Norman Prochet, que alcançaram 23 medalhas cada uma.

Segundo a secretária municipal de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, é importante estimular a curiosidade e a vontade de estudar sobre ciência e tecnologias nas crianças, visto que essas são habilidade cada vez mais requeridas pelo mercado de trabalho atual. “Estamos muito felizes com o resultado obtido durante a 25ª OBA e 16ª Mostra de Foguetes, porque isso mostra a dedicação dos alunos e dos professores da rede municipal de educação e a visão de futuro para as novas habilidades que precisam ser desenvolvidas. No sábado, quando fizemos a solenidade para entregar as medalhas, foi muito incrível ver a alegria das crianças e dos pais delas”, disse a secretária.

Para receber as medalhas, os alunos precisam fazer uma prova que conta com perguntas de astronomia e de astronáutica, baseadas nos conteúdos ministrados pelos professores e contidos nos livros didáticos como, por exemplo, sobre a formação do planeta Terra, a exploração do sistema solar, a gravidade, o reconhecimento do céu e a importância dos aviões, foguetes, satélites e sondas espaciais para a ciência e o mundo. A Todos os estudantes recebem certificado de participação.

A professora da Escola Municipal Suely Ideriha, que foi a com maior número de medalhas na OBA dentre as municipais de Londrina, Sílvia de Oliveira, explicou que das 31 medalhas recebidas, 18 foram de ouro, 12 de prata e uma de bronze. Para tanto, 78 alunos de quatro turmas, dos 4º e 5º anos, se inscreveram nas olimpíadas. Ela contou que, desde 2013, trabalha com os alunos as questões referentes à astronomia e à astronáutica. Para isso, costuma ensinar as crianças a acessarem o site da OBA para obter mais informações contidas nos vídeos sobre o assunto e nos simulados disponíveis. Os alunos que não tinham internet em casa ou que não conseguiam acessar o conteúdo recebiam o material transcrito pela professora.

“É um conteúdo apaixonante, que eu gosto muito e as crianças também gostaram de estudar. Até começaram a acompanhar as reportagens da tv, que mostravam que uma das medalhistas de anos anteriores conseguiu trabalhar na Nasa. Isso incentivou bastante elas e porque não sonhar que um dia possam trabalhar com isso e acreditar. Esse foi meu legado, o que deixei para a escola, porque agora eu me aposentei”, confidenciou a Oliveira.

A coordenadora da Escola Municipal Professor Joaquim Pereira Mendes, Silvana B. Kern, contou que, em sua unidade escolar, os estudantes do 2º ano participam da Olimpíada de Robótica, os do 3º ano da Olimpíada de Astrônomos e Astronáutica e os dos 4º e 5º anos da MOBFOG. Eles também fazem passeios a locais como, por exemplo, o Planetário.

Na OBA, 75 crianças se inscreveram nesta edição. “Essa foi a primeira vez que participamos da Mostra de Foguetes. Como os alunos dos 4º anos já tinham feito a OBA, no ano passado, demos mais um passo adiante. Explicamos o que era um foguete, o que é propulsão e como eles têm que trabalhar para construir um com aerodinâmica para o lançamento. Fizemos uma oficina e um pré-teste e, no dia do lançamento, 190 alunos da sala de recuso participaram”, explicou.

Segundo Kern, é perceptível o aumento do interesse nos estudos com a realização de atividades práticas, como essas propostas pela OBA e a MOBFOG. “Dá uma diferença grande, depois que a gente trabalha astronomia com eles, porque eles ficam mais atentos nos estudos, e mesmo nos conhecimentos fora de sala de aula; sai um pouco do livro e do caderno e isso traz experiências que ficam marcadas na vivência deles e que são importantes para o desenvolvimento deles, que acaba sendo mais refinado. Teve aluno que até pediu de presente um telescópio e, agora, eles prestam atenção em tudo que sai na mídia”, ressaltou a coordenadora da Escola Municipal Professor Joaquim Pereira Mendes.

De acordo com a professora de Apoio Pedagógico de Ciências da Secretaria Municipal de Educação (SME), Cristina Borba, a SME incentiva as unidades escolares a participarem da OBA e da MOBFOG, visto que mais participantes trazem novas descobertas, ideias e conhecimentos sobre as ciências e as tecnologias aumentando a difusão da informação e do conhecimento. “A cada ano, nós vemos um aumento no número de escolas e de alunos premiados nessas Olimpíadas, que têm estimulado os estudantes a descobrirem mais sobre a astronomia e suas tecnologias. Os temas são do interesse deles e também fazem parte da proposta Pedagógica de Ciências da rede municipal de ensino”, elucidou Borba.

Medalhas recebidas

OBA

Em Londrina, 121 alunos da rede municipal foram premiados, sendo 56 com medalhas de ouro, 39 de prata e 26 de bronze. Entre as escolas municipais que mais levaram medalhas para casa estão a Escola Municipal Suely Ideriha (31), a Escola Municipal Mercedes Martins Madureira (18), a Escola Municipal Maestro Andréa Nuzzi (16); a Escola Municipal Melvin Jones (8); Escola Municipal Professor Joaquim Pereira Mendes (7); a Escola Municipal José Garcia Villar (7); Escola Municipal Miguel Bespalhok (7), Escola Municipal Norman Prochet (6), Escola Municipal Professor Hélvio Esteves (5), Escola Municipal Maestro Roberto Pereira Panico (5), Escola Municipal Joaquim Vicente De Castro (2), Escola Municipal Corveta Camaquã (2), Escola Municipal Da Vila Brasil (2), Escola Municipal Maria Carmelita Vilela Magalhães (2), Escola Municipal Padre Anchieta (1), Escola Municipal Professora Jovita Kaiser (1), Escola Municipal Anita Garibaldi (1).

MOBFOG

189 alunos premiados, sendo 29 deles com medalhas de ouro, 103 com prata e 57 de bronze. A que mais recebeu foi Sala de Recursos para Altas Habilidades e Superdotação, representada pela Escola Municipal Professor Joaquim Pereira Mendes (52), seguida pela Escola Municipal Maestro Roberto Pereira Panico (34), Escola Municipal Miguel Bespalhok (23), Escola Municipal Norman Prochet (23), Escola Municipal Padre Anchieta (19), Escola Municipal Norman Prochet (16), Escola Municipal Joaquim Vicente de Castro (12), Escola Municipal Leônidas Sobrino Porto (3), Escola Municipal Da Vila Brasil (1), Escola Municipal Melvin Jones (2), Escola Municipal Anita Garibaldi (1), Escola Municipal Corveta Camaquã (1), Escola Municipal Profª Vilma Rodrigues Romero (1), Escola Municipal José Garcia Villar (1).

Créditos: Tem Londrina

Carnês do IPTU 2023 serão ilustrados com desenhos de alunos de escolas municipais
21 Out

Carnês do IPTU 2023 serão ilustrados com desenhos de alunos de escolas municipais

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Desenhos feitos por três alunos do 5º ano do Ensino Fundamental de escolas municipais de Londrina vão ilustrar a capa dos carnês do IPTU 2023. A ação faz parte do projeto piloto Educação Fiscal nas Escolas. As ilustrações retratam a reversão dos tributos em políticas públicas, em áreas como educação, assistência social e saúde. Eles foram selecionados por meio de um concurso, realizado com alunos de 5º anos de 20 escolas municipais.

O projeto visa levar educação fiscal para as escolas, para promover a conscientização das crianças do 5º ano sobre o tema. Para que as crianças fizessem o desenho, a Prefeitura elaborou e distribuiu um vídeo, contendo diversas informações sobre os tributos e a sua reversão em políticas públicas, e outro para os professores, que foram os disseminadores e aplicadores do projeto.

Para o ano de 2023, estão esperados cerca de 290 mil carnês de IPTU. Cada carnê terá um dos três desenhos vencedores. Os estudantes que venceram foram: Ana Luiza de Melo Mazetti, da Escola Municipal Carlos Kraemer, do professor Yuri Kawahigashi Andrade; Kimberlly Kawabata da Silva, da Escola Municipal Professor Leônidas Sobrino Porto, da professora Elizabete Aparecida Garcia Ribeiro; e Davi Fernandes Souto, da Escola Municipal Aristeu dos Santos Ribas, da professora Dionicléia Machado Alvares. 

Cada estudante recebeu um prêmio que foi entregue ontem, na abertura do Londrina Mais, no Parque Ney Braga.

Davi Fernandes Souto, de 11 anos, um dos alunos vencedores, se disse surpreso e feliz em ter sido um dos premiados. Em seu desenho, ele retratou a reversão dos tributos para o investimento em hospitais, escolas, estradas, asfalto e para acabar com a fome dos brasileiros. “Estou muito feliz e satisfeito, pois eu não sabia que eu iria ganhar, já que havia muitos desenhos ótimos na minha sala”, expôs.

O idealizador do projeto piloto foi o diretor de Tributação Imobiliária, Fábio Tanno. Segundo ele, o objetivo da iniciava é levar, ao conhecimento das crianças, a importância da função socioeconômica do tributo, esclarecer onde os valores arrecadados são aplicados e a necessidade da participação de cada cidadão junto ao poder público. “Queremos contribuir para formar um cidadão mais consciente, que possa exercer a cidadania em sua plenitude”, explicou.

Para o chefe de Gabinete, Moacir Sgarioni, a educação fiscal nas escolas forma cidadãos capazes de compreender a função social dos tributos. “Também possibilita que as crianças entendam a importância de acompanhar a aplicação dos recursos públicos. Nós ficamos muito satisfeitos com o resultado dos trabalhos, que em breve serão vistos pelos contribuintes, em seus carnês de IPTU”, ressaltou.

Créditos: Tarobá Londrina

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