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Pesquisadores da UEL estão entre os mais influentes do mundo
23 Out

Pesquisadores da UEL estão entre os mais influentes do mundo

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Professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) estão entre os pesquisadores mais influentes do mundo segundo o ranking ‘Updated science-wide author databases of standardized citation indicators’, publicado pela Editora Elsevier. A pesquisa elencou 22 docentes das universidades estaduais do Paraná, sendo oito da UEL, a partir de critérios como a quantidade de citações dos autores em diferentes trabalhos científicos.

O ranking é resultado da avaliação de produções científicas de mais de 400 mil cientistas de instituições de todos os continentes. O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Stanford, dos Estados Unidos, sob a coordenação do professor John Ionnidis.

A equipe analisou a produção científica dos autores por meio de registros de mais de 85 milhões publicações do banco de dados Scorpus, que reúne resumos e citações científicas, revisadas até 2022, por profissionais das mesmas áreas.

Da UEL oito professores obtiveram destaque na avaliação. São eles:

– Ana Paula Bracarense, de Ciência Veterinária

– César Ricardo Teixeira Tarley, de Química Analítica

– Claudia Bueno dos Reis Martinez, de Toxicologia

– Fábio Pitta, de Sistema Respiratório

– Rubia Casagrande, de Farmacologia e Farmácia

– Victor Fattori, de Farmacologia e Farmácia

– Waldiceu Verri, de Farmacologia e Farmácia

– Suzana Mali, de Ciência dos Alimentos

 

CREDITO: TEM LONDRINA 

Comissão aprova projeto que altera escolaridade para ingresso na PM e Corpo de Bombeiros
19 Out

Comissão aprova projeto que altera escolaridade para ingresso na PM e Corpo de Bombeiros

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A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná aprovou parecer favorável ao projeto de lei nº 850/2023, enviado pelo Governo do Estado, que altera a escolaridade para ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros.

Para soldados, a exigência da formação sobe do nível médio para o superior. Oficiais da Polícia Militar deverão ser formados em Direito. E os oficiais do Corpo de Bombeiros, em qualquer curso superior. Na CCJ aprovamos uma emenda para que as mudanças não se apliquem aos cursos de formação e concursos públicos já iniciados. Só passarão a valer para os editais dos novos concursos.

“É um bom projeto, que já era esperado há algum tempo pelos policiais. Agora, nós demos o primeiro passo, aprovando na CCJ”, explica o deputado estadual Tiago Amaral (PSD), presidente da Comissão.

“O Paraná segue uma tendência nacional, que está adotando níveis de escolaridade mais altos para o ingresso nas corporações”, afirma o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

O tenente-coronel Marcos Tordoro, comandante do 5º Batalhão da PM, com sede em Londrina, acompanha a tramitação da proposta desde que o governador Ratinho Junior enviou a mensagem para a Assembleia Legislativa. “Temos debatido em grupos internos e das associações dos oficiais”, diz.

Segundo Tordoro, o Paraná é um dos poucos Estados da Federação que ainda não colocou o curso superior como pré-requisito para ingresso na carreira de praças e oficiais. “Isso vai ser muito importante no médio e no longo prazo. Vai trazer para os nossos quadros homens e mulheres mais preparados em relação à formação profissional, aprimorando a prestação de serviços da Polícia Militar para a sociedade”, avalia.

Sobre a nova exigência para ser oficial, o comandante do 5º BPM lembra: “Direito é um bacharelado que tem relação direta com a nossa profissão e com o dia a dia operacional”.

O coronel Humberto Cavalcante, ajudante-geral da PM, classifica a mudança como um avanço. “Quando é um cargo de chefia e liderança, o oficial com o curso de Direito com certeza vai ampliar e muito a qualificação dele”.

Cavalcante, que já comandou a 7ª Companhia de Arapongas e o 15º BPM de Rolândia, menciona também a questão etária: “Hoje, um rapaz de 17 anos faz o vestibular, passa e, em três anos, ele é um aspirante a oficial que tem uma função de comando nas costas. Com a mudança, vamos ter um jovem com um pouco mais de idade e com mais experiência, mesmo no início da carreira. Ele já é qualificado e será lapidado em outras questões relativas à atividade-fim da Polícia Militar. Para a sociedade, não há dúvida de que seja melhor”.

O relator foi o deputado Hussein Bakri (PSD), líder do Governo. Após aprovação na CCJ, o projeto segue para análise na Comissão de Segurança Pública. Posteriormente, vai para discussão e votação em plenário.

CREDITO: BONDE - FOLHA DE LONDRINA 

Rede estadual oferta 50 mil vagas em cursos técnicos
19 Out

Rede estadual oferta 50 mil vagas em cursos técnicos

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Seguem até 23 de outubro as matrículas para os cursos técnicos da rede estadual de ensino do Paraná. Ao todo, para 2024, são ofertadas 50 mil vagas. Podem se matricular os alunos que concluem o ensino fundamental este ano na rede estadual de educação. Confira abaixo como fazer a inscrição.

Seguindo a tendência dos últimos três anos, a ampliação na oferta de vagas para os cursos profissionalizantes vem promovendo a entrada dos jovens no mercado de trabalho. “Para se ter ideia, em 2021, o número de vagas no ensino técnico girava em torno de 10 a 14 mil. No ano subsequente, esse número saltou para 29 mil, e em 2023 chegamos ao patamar de 38 mil vagas disponíveis 1�7, disse o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

Inscrições

Até o dia 23 de outubro, os alunos do 9º ano do ensino fundamental interessados em cursar o ensino técnico podem manifestar interesse junto às suas respectivas instituições de ensino. O mesmo vale para os estudantes que terminaram o ensino médio e e desejam cursar a formação subsequente. A seleção é feita pelas direções das próprias escolas conforme calendário institucional.

As inscrições também podem ser feitas clicando aqui.

Quase 30% dos estudantes que optam pelos cursos técnicos no Paraná ingressam no mercado de trabalho por intermédio dos programas de estágio remunerados, entre eles o Jovem Aprendiz.

CREDITO: TEM LONDRINA 

 

Medicina, Ciência da Computação e Biomedicina são os mais concorridos do vestibular 2024 da UEL
17 Out

Medicina, Ciência da Computação e Biomedicina são os mais concorridos do vestibular 2024 da UEL

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Medicina continua como o curso o mais concorrido no vestibular 2024 da UEL (Universidade Estadual de Londrina), com 126,35 candidatos por vaga, seguido de Ciências da Computação (37,46) e de Biomedicina (35,29) - no Sistema Universal. 

O curso de Psicologia, que nos anos anteriores se manteve entre os mais concorridos, neste concurso aparece na quarta colocação com 29,77 candidatos por vaga. A mais nova graduação, Ciência de Dados e Inteligência Artificial, tem 18 candidatos/vaga, com 458 inscritos.

As informações foram divulgadas nesta terça-feira (17) no portal da Cops (Coordenadoria de Processos Seletivos). Segundo a responsável pela Cops, professora Sandra Garcia, a partir de agora, a equipe se concentra na logística do concurso. Ao todo estão inscritos 16.378 candidatos, incluindo treineiros – estudantes que não completaram o Ensino Médio e que fazem as provas como aprendizado e experiência.

Na sexta-feira (20), a partir das 17h, a Cops divulga o cartão informativo que traz as informações necessárias para os candidatos participarem da primeira etapa do concurso, como local e sala de prova. 

A 1ª fase será em Londrina, Curitiba, Cascavel, Guarapuava e Umuarama.

 

Provas

 

A 1ª fase será no dia 29 de outubro, quando os candidatos fazem a prova de Conhecimentos Gerais, com 60 questões de Artes, Biologia, Filosofia, Física, Geografia, História, Matemática, Química e Sociologia. O resultado será divulgado no dia 13 de novembro, a partir das 17h.

 

A 2ª fase tem início no dia 26 de novembro com as provas de Língua Portuguesa e Literatura em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação. No dia 27 de novembro, os candidatos fazem a prova discursiva de Conhecimentos Específicos, e, no dia 28, será aplicada a prova de Habilidades Específicas para os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design de Moda e Design Gráfico. A 1ª convocação será divulgada em 16 de janeiro de 2024.

 

A coordenadora da Cops explica que o retorno do concurso nos meses finais do ano atende demanda dos próprios estudantes, que preferem uma data consolidada para realização das provas, semelhante aos vestibulares de outras instituições de Ensino Superior. 

A respeito do calendário acadêmico da UEL, ela lembra que o ano letivo será de agosto de 2024 a meados de 2025, ainda afetado pelo impacto da pandemia de Covid-19. Segundo a professora, a UEL, por meio do Gabinete da Reitoria e da Pró-reitoria de Graduação (Prograd), está trabalhando para reduzir essa diferença e conciliar o cronograma de atividades da UEL com o calendário civil.

CREDITO : BONDE - FOLHA DE LONDRINA 

Software desenvolvido na UEL auxilia no tratamento do câncer de mama
13 Out

Software desenvolvido na UEL auxilia no tratamento do câncer de mama

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Auxiliar equipes médicas na análise da progressão das células cancerígenas na região das mamas, bem como os efeitos dos medicamentos usados no tratamento do câncer. Estes são os objetivos de um software desenvolvido por dois estudantes de pós-graduação do Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), coordenados pela professora do Departamento de Matemática Neyva Maria Lopes Romeiro. Resultado de um trabalho científico proposto pela docente em 2019, o software já está registrado, porém continua ganhando novas funcionalidades e chama a atenção durante o Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção do câncer de mama.

O projeto “Uso de software que integra algoritmos de geração de malhas na modelagem matemática — câncer de mama — avaliação da dinâmica da proliferação de células anormais e o uso de agentes quimioterápicos em um modelo de difusão 1�7 conta com participação de pós-graduandos e graduandos da área de Computação.

De acordo com os mestrandos do Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação da UEL, Rafael Furlanetto e Pedro Zaffalon, desenvolvedores do sistema, o software ContExt nasceu com o objetivo de preparar e processar imagens geradas em exames médicos, como mamografias e tomografias, extrair os dados e aplicar modelos matemáticos e simulações que permitam projetar o crescimento de um tumor maligno.

Desde o início do trabalho, imagens de exames clínicos obtidas em mamografias foram usadas como base, no entanto, o sistema também poderá processar imagens geradas em outros tipos de exames.

“O programa ainda permite refinar uma certa parte da malha (imagem) na qual tem-se a lesão, para simulações numéricas com modelos matemáticos, porque, computacionalmente falando, é jogar tempo fora calcular tudo nos mínimos detalhes se aquela área fora do tumor não for interessante, se estamos avaliando a regressão do tumor. Essa ‘briga 1�7 que temos é sobre ter o melhor resultado possível com o menor custo computacional 1�7, explicou Rafael Furlanetto.

Desta forma, uma das principais potencialidades do ContExt na análise das malhas e na simulação numérica é a sua capacidade em selecionar pequenos grupos de regiões que contêm valores mais luminosos, obtidos pelo processo de digitalização da imagem que podem não ter sido identificados na análise da mamografia. Após a identificação destas regiões, um contorno será gerado pelo software e preparado para receber a simulação matemática. Isso vai auxiliar oncologistas e demais especialistas a tomarem decisões com ainda mais embasamento e antecedência.

“Por exemplo, conseguimos selecionar regiões ainda menores porque identificamos esse espaço com uma densidade maior. Então, utilizamos nesse contorno o modelo matemático para identificarmos quanto tempo levaria para (o tumor) se espalhar. Outra ideia é selecionar uma região maior, usar o tratamento de quimioterapia, por exemplo, e ver em quanto tempo ele iria diminuir 1�7, acrescentou a professora Neyva Romeiro.

Origem

O início da pesquisa com modelos de tratamento quimioterápico, explica a professora, surgiu com os trabalhos desenvolvidos por seus alunos do programa de Pós-Graduação em Matemática Aplicada e Computacional (PGMAC), em especial uma dissertação cuja autora usou informações de alguns protocolos de quimioterapia e realizou simulações numéricas para descrever a evolução do tratamento. Isso evidenciou que o tratamento pode ser bem aceito por um organismo e não necessariamente por outros, resultando em um tratamento que pode causar a redução do tumor, porém não a eliminação total.

A estudante manteve contato com equipes médicas e adotou os protocolos recomendados na quimioterapia em um estudo qualitativo de caso. Mesmo bem-sucedida, este trabalho chegou ao fim deixando o desejo na professora de dar sequência, porém agora considerando geometrias realísticas envolvendo o contorno da mama feminina, o que foi atendido pelos pós-graduandos de Ciências da Computação.

Por ser um software de código aberto, ou seja, com código-fonte que pode ser acessado por qualquer usuário, o ContExt poderá receber modificações livremente, desde que não sejam usadas para fins comerciais. Os próximos objetivos já estão definidos e farão parte do trabalho estabelecido no cronograma do projeto. O término previsto para a pesquisa é em 2026.

Os próximos passos serão trilhados pelos estudantes do segundo ano de Ciências da Computação Gabriel Pietsiaki Izidoro e Rafael Palheta Tokairin, com o auxílio dos veteranos Pedro e Rafael. A dupla irá seguir trabalhando para inserir novas funcionalidades ao sistema, para mapear e identificar as diferenças de temperatura dos locais examinados, apresentando as variações com o um gradiente de cores em toda a região examinada.

CREDITO: TEM LONDRINA 

 
UEL mantém liderança entre as estaduais do PR no ranking Times Higher Education
04 Out

UEL mantém liderança entre as estaduais do PR no ranking Times Higher Education

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A UEL se manteve como a melhor universidade estadual do Paraná de acordo com o ranking da consultoria britânica Times Higher Education (THE) 2024, divulgado na última semana, que analisou este ano 1904 universidades públicas e privadas de 108 países. 

A UEL permaneceu classificada no grupo 1501+, porém com melhoria na pontuação, em relação a 2023, em três das cinco áreas de indicadores de qualidade. Ao todo, os organizadores analisaram mais de 134 milhões de citações científicas, 16,5 milhões de publicações e mais de 68 mil respostas a solicitações, somando 411.789 pontos de dados.

No ranking deste ano, a Universidade Estadual de Londrina conseguiu subir no quesito Ensino (de 6,93 para 9,9), Pesquisa (de 4,47 para 4,83) e Citações (de 4,77 para 5,88). De acordo com a Diretoria de Avaliação e Informação Institucional da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), pela metodologia da consultoria britânica, as universidades são avaliadas em indicadores de qualidade, distribuídos em cinco categorias: Ensino (peso 30%), Pesquisa (30%), Citações (30%), Perspectiva Internacional (7,5%) e Renda da Indústria (2,5%).

Para a reitora, Marta Favaro, os rankings internacionais têm demonstrado a capacidade da UEL e das universidades estaduais, que têm obtido destaque pela qualidade do ensino, produção científica e na inovação. “A comunidade universitária tem conseguido cumprir bem seu o papel de formar profissionais, produzir conhecimento e inovação com foco no desenvolvimento”, definiu.

No ano passado, a UEL foi considerada a melhor universidade estadual do país no quesito “Inovação”. No ranking Times Higher Education (THE) 2023, a UEL conseguiu subir 24 posições no ranking geral (pulando da posição 50ª para a 26ª), entre 62 instituições públicas e privadas brasileiras avaliadas. A UEL também figurou como melhor universidade estadual do Sul e a quinta melhor estadual do país, com média final ponderada de 19,15. O resultado é superior ao obtido no ano anterior, quando a instituição alcançou média 18,4.

 
CREDITO: BONDE - FOLHA DE LONDRINA 
 
 
UEL abre inscrições nesta segunda-feira para curso de Ciência de Dados e Inteligência Artificial
02 Out

UEL abre inscrições nesta segunda-feira para curso de Ciência de Dados e Inteligência Artificial

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A UEL (Universidade Estadual de Londrina) abre, nesta segunda-feira (2), inscrições para interessados em concorrer a uma das 50 vagas do curso de Ciência de Dados e Inteligência Artificial, que serão oferecidas no Vestibular 2024, no período noturno. 

O prazo para inscrição segue até sexta-feira (6), no portal da Cops (Coordenadoria de Processos Seletivos). A taxa custa R$ 176,00.

O decreto governamental autorizando a criação do novo curso da UEL foi assinado na última quinta-feira (28).

As novas inscrições serão acrescidas aos 16.049 estudantes que se já se inscreveram para o Vestibular 2024, que será realizado em 29 de outubro (1ª fase) e nos dias 26, 27 e 28 de novembro (2ª fase).

Candidatos que já realizaram a inscrição e que desejarem transferir para o novo curso poderão aproveitar a taxa pública que já foi paga. Nesse caso específico, os candidatos deverão realizar nova inscrição, atentando-se em preencher o requerimento de mudança de opção de curso no ato da inscrição. 

Todas as normas poderão ser acessadas no portal da Cops.

AJUSTES

A reitora da UEL, Marta Favaro, lembra que será necessário realizar ajustes para inserir o novo curso no processo do Vestibular 2024. Ela explica, por outro lado, que a nova graduação atende a uma demanda da sociedade civil organizada. No Paraná, o curso é oferecido somente em instituições privadas.

CREDITO: BONDE - FOLHA DE LONDRINA 

UEL ganha novo curso: Ciência de Dados e Inteligência Artificial
29 Set

UEL ganha novo curso: Ciência de Dados e Inteligência Artificial

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A Universidade Estadual de Londrina (UEL) vai ganhar um novo curso de graduação, voltado para a área de tecnologia. O governador Ratinho Junior (PSD) assinou, na quarta-feira (27), um decreto que autoriza a criação do bacharelado em Ciência de Dados e Inteligência Artificial, o primeiro nessa área ofertado por uma instituição pública do Paraná.

O curso já deve entrar para a grade da universidade no próximo ano letivo, com a oferta de 50 vagas anuais.

O novo curso será vinculado ao Centro de Ciências Exatas (CCE) da UEL. Combinando conhecimentos das áreas da Computação, Estatística, Matemática e das Ciências Humanas, ele contará com carga horária de mais de 3 mil horas e será oferecido no período noturno. Um dos focos é a aplicação da ciência de dados e da inteligência artificial em áreas como agronegócio e saúde.

O decreto que autoriza a criação do curso também prevê a ampliação dos cargos efetivos da UEL para atender a nova demanda. Está prevista a abertura de 10 cargos para docentes, dois cargos para agentes universitários de nível superior e de três cargos para agentes universitários de nível médio.

A reitora da UEL, Marta Favaro, afirmou que houve uma mobilização da sociedade londrinense para a criação do curso, que formará de mão de obra capacitada para o Ecossistema de Inovação de Londrina. “Temos um excelente corpo docente e vamos oferecer aulas no período noturno, para que possamos atender também aqueles que já estão no mercado e desejam buscar sua qualificação na UEL 1�7, disse.

Inscrições abertas

Como as inscrições para o vestibular 2024 da UEL já foram encerradas, a instituição vai reabrir o processo especificamente para este curso. As inscrições acontecem na próxima semana, entre os dias 2 e 6 de outubro, pelo portal da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops), e custam R$ 176. A primeira fase do vestibular será no dia 29 de outubro, e a segunda entre os dias 26 e 28 de novembro.

Os candidatos que já se inscreveram para o vestibular, mas desejam transferir para o novo curso, poderão aproveitar a taxa que já foi paga. Neste caso, eles devem realizar uma nova inscrição e preencher, no ato, o requerimento de mudança na opção de curso.

CREDITO: TEM LONDRINA 

Vereadores de Londrina aprovam programa de saúde mental nas escolas
29 Set

Vereadores de Londrina aprovam programa de saúde mental nas escolas

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A Câmara Municipal de Londrina (CML) aprovou em primeira discussão, na sessão desta quinta-feira (28), projeto de lei (PL) que cria o Programa Saúde Mental na Escola e autoriza a Prefeitura a abrir vagas de estágio para estudantes de Psicologia e Serviço Social na Secretaria de Educação do município.

A proposta foi aprovada por unanimidade entre os parlamentares (19 votos).

Apresentado originalmente por três vereadoras — Lenir de Assis (PT), Prof.ª Flávia Cabral (PTB) e Prof.ª Sonia Gimenez (PSB) —, o projeto foi reformulado e o novo texto (substitutivo) recebeu a assinatura de dez vereadores e vereadoras. O documento foi apresentado em março deste ano, após o assassinato de uma professora de 71 anos por um aluno de 13 em uma escola estadual do município de São Paulo. Segundo Lenir de Assis, a proposta acabou sendo retirada temporariamente de pauta, para que recebesse mudanças sugeridas por secretarias, conselhos municipais, professores e universidades.

A vereadora ressaltou que o cuidado com a saúde mental dos estudantes é fundamental para auxiliar na prevenção da violência nas escolas. Em audiência pública realizada na Câmara em abril deste ano, o delegado-chefe da Polícia Civil (PC) em Londrina, Fernando Amarantino Ribeiro, trouxe dados importantes para compreender os ataques a instituições de ensino. Segundo Ribeiro, nos Estados Unidos, o país com maior número de ataques a escolas, a análise dos casos nos últimos cinco anos mostrou que a grande maioria dos agressores apresentava algum tipo de perturbação psicológica, ligada principalmente a um sofrimento vindo da escola, o chamado bullying.

“Já estávamos trabalhando com esse projeto desde o início do ano, por conta de várias situações nos espaços das escolas. Retiramos para poder debater com várias áreas. […] O substitutivo trouxe várias sugestões de universidades, conselhos e de vários vereadoras. […] A Secretaria de Educação enviou seu manifesto de apoio ao projeto, até porque participou da construção da proposta conosco 1�7, afirmou Lenir.

Conforme o projeto de lei, deverão ser promovidas ações que “desmistifiquem os transtornos mentais e suas causas, viabilizando o diálogo entre estudantes e escolas, tornando o ambiente escolar um espaço seguro para o estudante falar, ser escutado e acolhido sempre que expuser suas angústias e sofrimentos, e encaminhando aqueles que apresentem sintomas de sofrimento mental para atendimento especializado pertinente 1�7.

O programa deverá ser desenvolvido com a participação das equipes multidisciplinares que atuam no Sistema Municipal de Educação, para buscar a ampliação dos vínculos de pais ou cuidadores com a escola, fortalecendo os laços da comunidade escolar e promovendo encontros periódicos para incentivar a discussão das questões relacionadas à saúde socioemocional dos estudantes e suas famílias.

A proposta também autoriza a criação de vagas de estágio para alunos dos cursos de Psicologia e de Serviço Social para atuação preferencialmente nas escolas municipais. O estágio será supervisionado por servidores da Secretaria Municipal de Educação (SME).

Após a aprovação em primeiro turno, abre-se agora prazo de sete dias úteis para que os vereadores possam apresentar emendas (mudanças pontuais) ao projeto. Posteriormente, a proposta retorna ao plenário para a segunda votação.

CREDITO: TEM LONDRINA 

Pesquisadora formada na UEL é premiada por estudo sobre câncer no Canadá
28 Set

Pesquisadora formada na UEL é premiada por estudo sobre câncer no Canadá

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A estudante Larissa Oliveira foi premiada com o “Bruce and Janet Elliott Graduate Award in Transdisciplinary Cancer Research 1�7, vinculado à Queen’s University, em Ontário, no Canadá, por pesquisas desenvolvidas no exterior e na UEL. Ela se formou em Biomedicina pela Universidade Estadual de Londrina em 2019 e concluiu seu primeiro mestrado em 2021, sob a orientação da professora do Departamento de Biologia Geral (CCB) Juliana Mara Serpeloni. Atualmente, Larissa está no segundo ano de outro mestrado, agora na Queen’s University.

O prêmio recebido pela estudante seleciona anualmente um aluno de pós-graduação do Departamento de Patologia e Medicina Molecular da Queen’s University, com base no seu desempenho curricular durante todo o ano letivo. A pesquisa de Larissa foca em como um receptor localizado no cromossomo humano participa de processos de invasão de células cancerígenas. O RET receptor, como é chamado, media a disseminação de células tumorais no corpo humano. Segundo Larissa, ao entender como esse processo funciona, é possível inibir o avanço do câncer em certos casos.

A estudante explica que seu projeto de estudo é voltado ao câncer de pâncreas, uma vez que a participação do RET receptor nesse tipo da doença pode chegar a 60% dos casos. A maior expressão deste receptor em casos de PNAD (um tipo de câncer de pâncreas responsável por 5% das mortes por câncer no Brasil) também está relacionada a um pior diagnóstico. E é nesse ponto que a pesquisa da estudante pretende auxiliar.

Juntamente com sua supervisora no Canadá, Lois Mulligan, Larissa Oliveira é a primeira autora responsável por uma publicação que descreve o primeiro inibidor do RET receptor aprovado para pesquisa. Ela também tem outros dois estudos como primeira autora e cinco coautorias, desenvolvidos tanto na Queen’s University quanto na UEL.

Segundo a orientadora Juliana Serpeloni, é importante que estudantes brasileiros tenham seus esforços reconhecidos no exterior. “Ä1�7 o reconhecimento por um país de primeiro mundo de um trabalho desenvolvido com poucos recursos financeiros, mas com muita seriedade e criatividade 1�7. Ela também lembra das dificuldades que estudantes e pesquisadores brasileiros enfrentam no país, o que acaba por propiciar evasão de mentes desenvolvedoras de conhecimento e inovação.

Na UEL, Larissa fez seu mestrado vinculado ao Programa de Genética e Biologia Molecular, do Departamento de Biologia Geral (CCB), e desenvolveu seu trabalho no Laboratório de Mutagênese e Oncogenética (LAMON). O Laboratório existe desde 1984 e reúne estudantes de graduação, pós-graduação e iniciação científica de diferentes cursos, como Farmácia, Biomedicina, Ciências Biológicas e Medicina. O LAMON tem um histórico de parcerias nacionais e internacionais e atualmente conta com 22 integrantes, entre docentes e estudantes.

CREDITO: TEM LONDRINA 

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